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    <title>Success People</title>
    <link>https://www.successpeople.com.br</link>
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    <item>
      <title>Como funciona a recolocação profissional?</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/como-funciona-a-recolocacao-profissional</link>
      <description>A recolocação profissional funciona a partir da avaliação do perfil do candidato, suas habilidades e competências, currículo eficaz, busco por emprego, networking e participação de entrevistas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como funciona a recolocação profissional?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/AdobeStock_282672295.jpeg" alt="Como funciona a recolocação profissional?" title="Como funciona a recolocação profissional?"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A recolocação profissional funciona a partir de uma avaliação do perfil do candidato, habilidades e competências, elaboração de currículo, busca por oportunidades de emprego, networking e entrevistas de emprego, guiadas por um profissional especializado.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A recolocação profissional é um processo que tem como objetivo ajudar pessoas que estão em busca de novas oportunidades no mercado de trabalho. Geralmente, envolve a busca por um novo emprego ou a transição para uma nova carreira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O processo de recolocação profissional pode envolver várias etapas, como avaliação de habilidades e competências, elaboração de currículo, busca por oportunidades de emprego, networking e entrevistas de emprego. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A recolocação profissional pode parecer para o candidato desafiador e estressante, especialmente se elas estiverem enfrentando uma transição de carreira ou se estiverem desempregadas há um tempo. É importante lembrar que o processo de recolocação pode levar tempo e exigir esforço e dedicação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para aumentar as chances de sucesso na recolocação profissional, é importante começar avaliando suas habilidades, interesses e experiência profissional. Isso pode ajudar a identificar as áreas onde você tem mais competência e onde gostaria de se concentrar na sua busca por emprego.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando procurar uma empresa de recolocação profissional?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/AdobeStock_102997096.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Recomenda-se procurar uma empresa de recolocação profissional em casos de:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Após o desligamento de uma empresa;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Busca por uma recolocação no mesmo cargo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dificuldades para encontrar empregos que correspondam às suas habilidades e experiência;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Busca pela transição de carreira;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Retorno ao mercado de trabalho após uma pausa;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mudança para uma nova localidade;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Vontade de atuar em novas empresas, cargos ou profissões.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quais os benefícios de contar com um especialista em recolocação profissional?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/AdobeStock_283565494.jpeg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos principais benefícios de contar com um especialista em recolocação profissional, é receber um apoio personalizado e direcionado para as suas necessidades específicas. O especialista em recolocação profissional pode ajudar na identificação de competências e habilidades, além de orientar sobre como melhorar o currículo e aperfeiçoar técnicas de entrevista e networking. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Essa orientação personalizada pode ser fundamental para aumentar as chances de sucesso na busca por uma nova oportunidade de trabalho.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outro benefício importante é o acesso a uma rede de contatos e oportunidades que o especialista em recolocação profissional pode oferecer. Esses profissionais geralmente possuem uma ampla rede de contatos no mercado de trabalho, o que pode ajudar a identificar oportunidades de emprego que podem não estar disponíveis publicamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, o especialista pode auxiliar na construção de uma marca pessoal forte e na elaboração de estratégias de marketing pessoal, que podem destacar o profissional no mercado de trabalho e aumentar suas chances de ser encontrado pelos empregadores certos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Empresa de recolocação profissional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Success People é uma empresa de recolocação profissional localizada em São Paulo, que atende profissionais de todo o Brasil, levando qualidade profissional e pessoal. Para agendar uma reunião com um dos especialistas, basta entrar em contato com a central de atendimento, através do WhatsApp
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5511948144934&amp;amp;text=Ol%C3%A1!%20Vim%20atrav%C3%A9s%20do%20Google.%20Gostaria%20de..." target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clicando aqui!
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/AdobeStock_282672295.jpeg" length="247117" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 May 2023 17:11:58 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira — Alta demanda no setor de Tecnologia exige maior qualificação</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-alta-demanda-no-setor-de-tecnologia-exige-maior-qualificacao</link>
      <description>Success.People e Estadão Conteúdo   Transição de Carreira — Alta demanda no setor de Tecnologia exige maior qualificação As vagas na área de tecnologia cresceram em 2021 e devem continuar em ascensão neste ano. De acordo com a lista Empregos em alta em 2022 do Linkedin, rede social de networking e empregos, 25 cargos estão com...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success.People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="http://www.broadcast.com.br/cadernos/releases/?id=VVY1R0d6ZDZuVlV0SXo1NVYxRGMzUT09" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          Estadão Conteúdo
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Transição de Carreira — Alta demanda no setor de Tecnologia exige maior qualificação
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/earth-2254769_1920-300x184.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    As vagas na área de tecnologia cresceram em 2021 e devem continuar em ascensão neste ano. De acordo com a lista Empregos em alta em 2022 do 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.linkedin.com/pulse/empregos-em-alta-2022-do-linkedin-25-cargos-com-demanda-/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Linkedin
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    , rede social de networking e empregos, 25 cargos estão com demanda  elevada no Brasil nos últimos cinco anos, se estabelecendo como as tendências que definem o futuro do universo do trabalho.  Para formar essa lista, foram usados dados da própria rede social para estimar os cargos que tiveram demanda mais alta de janeiro de 2017 a julho de 2021, sendo consideradas as funções com crescimento consistente na base de usuários, além de um aumento significativo em 2021. Desses cargos, pelo menos 15 estão na área de tecnologia, indicando que o mercado está promissor para os profissionais no setor de tecnologia. As funções de  recrutador especializado em tecnologia, engenheiro de confiabilidade de sites, engenheiro de dados e especialista em cibersegurança aparecem nos quatro primeiros lugares.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Atualmente, o Brasil ocupa a posição de 10º maior mercado do mundo no setor. Na América Latina, é o líder e responde por 40% do total, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). A associação defende que, diante dessa colocação, o Brasil  precisa de mão de obra qualificada para não perder a posição. Para se destacar nesse meio, a diretora de transição de carreira e cofundadora da Success People, Neiva Gonçalves, salienta que é importante ter os dados curriculares atualizados e visíveis nas plataformas sociais, em especial no LinkedIn. Além disso, enfatiza que nem sempre é necessário ter uma graduação específica na área. Pelo contrário, uma formação diversificada pode ser um diferencial. “Desperta uma curiosidade e é algo que encanta o headhunter”, explica o fundador da WeRecruiter, empresa de recrutamento especializada na área de tecnologia, Rodrigo Piassi.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O especialista esclarece que, em uma seleção, ao se deparar com candidatos com formações distintas, ele chama para conversar a fim de entender o motivo que desencadeou a vontade de   mudar de carreira, algo que o currículo não vai dizer, mas que pode ficar claro em um diálogo. “Se fosse apenas uma análise curricular, essa pessoa poderia ser eliminada, mas com o diálogo, o headhunter apresenta outra visão sobre o candidato, que pode vir a ser uma alternativa viável”, enfatiza.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Um estudo conduzido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE) analisou como a escolaridade impacta no mercado de trabalho desde a década de 1990. A pesquisa mostra que o trabalhador escolarizado pode aumentar as chances de ter um emprego formal por ser considerado mais produtivo. Neiva corrobora que ter um diploma de ensino superior proporciona conhecimento e experiência, mas reforça que, na área de TI, falar outro idioma, em especial, o inglês, é um diferencial. “Ter um segundo idioma é um diferencial para entrar na área de tecnologia”, salienta, elucidando que falar outra língua pode ser mais importante, em alguns casos, do que investir em pós-graduação.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Segundo levantamento da revista 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://itforum.com.br/noticias/por-que-falta-mao-de-obra-qualificada-em-ti-no-pais/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Computerworld
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    , há falta de mão de obra qualificada na área de TI no Brasil – e um dos motivos indiretos é a falta de proficiência em inglês. Isso porque nessa área o inglês sempre foi o idioma-padrão, sendo inclusive a base das próprias linguagens de programação. Neiva considera que esse idioma é um diferencial para a área de TI e também para outras áreas.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Conforme os dados da Softex, uma organização social voltada ao fomento da área de Tecnologia da Informação, no Brasil, a carência por profissionais da área deve ultrapassar o número de 400 mil postos de trabalho até o fim de 2022. A organização analisa que a escassez de profissionais qualificados já acumula perdas financeiras para o país, que já alcançam os R$ 167 bilhões entre 2010 e 2020.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/earth-2254769_1920-300x184.jpg" length="14373" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 12 Apr 2022 14:30:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira — O Cenário da Recolocação profissional</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-recolocacao-profissional-aumentou-em-2021</link>
      <description>Success.People e Terra  Transição de Carreira — O Cenário da Recolocação profissional Pesquisa da Success People indicou que o setor comercial foi o que mais empregou O ano começou e a pandemia prossegue. Segundo especialistas da saúde, esse cenário deve persistir ao longo de 2022. Aliado a isso, este é um ano eleitoral em um...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success.People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/recolocacao-profissional-aumentou-em-2021,03b30c67a811919a2363fd9500f4bd97ete3o9rt.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          Terra
        
      
      
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      Transição de Carreira — O Cenário da Recolocação profissional
    
  
  
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                    Pesquisa da Success People indicou que o setor comercial foi o que mais empregou
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O ano começou e a pandemia prossegue. Segundo especialistas da saúde, esse cenário deve persistir ao longo de 2022. Aliado a isso, este é um ano eleitoral em um país que atravessa uma recessão econômica. Ao olhar para 2021, é possível perceber que o contexto não foi muito diferente. Mesmo assim, muitas pessoas decidiram transformar áreas pessoais. Uma delas foi a profissional. Em um levantamento feito pela Success People, houve um aumento expressivo de pessoas que conseguiram recolocação profissional. De acordo com dos dados dessa pesquisa, o setor comercial liderou essa absorção de novos profissionais, incorporando 26% deles, seguido pelo setor financeiro, com 21%, área de Supply Chain, industrial e TI, empregaram 10% cada segmento, área jurídica, com 8%, marketing e engenharia, 5% cada. Essa tendência de contratação que começou em 2021 deve ter continuidade em 2022.
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      Foto: DINO / DINO
    

  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Obter resultados positivos em meio a um cenário de pandemia pode ser possível. Segundo dados do cadastro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).  O Brasil criou 2,5 milhões de empregos com carteira assinada de janeiro a setembro de 2021, um avanço em comparação ao mesmo período do ano passado, quando foram fechadas 559 mil vagas. Em setembro, o país abriu 314 mil postos de trabalho. Foi o 8º mês seguido na criação de empregos formais. Sobre esse contexto, a diretora de transição de carreira e CEO da Success People, Neiva Gonçalves, explica que conhecimento estratégico alinhado às necessidades do mercado de trabalho ajudam nesse processo de reintegração. “Esse caminho deve permanecer em 2022”, comenta.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Por outro lado, segundo a especialista, muitos mudaram a rota profissional. Ela reforça que os longos meses de isolamento social impostos para conter o avanço do vírus deram espaço para que as pessoas refletissem, o que gerou questionamentos. “Será que estou fazendo realmente o que eu quero? Estou no trabalho que tem a ver com o meu propósito?”, exemplifica.  Outra preocupação salientada por Neiva  é a felicidade associada à execução da carreira. “Muitas pessoas me procuram e dizem que não estão felizes, mas afinal, que é não estar feliz?”, indaga, relatando que é importante encontrar o motivo dessa infelicidade (um ambiente tóxico, relação com os colegas, com o gestor, valores pessoais desalinhados com a empresa…).
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A headhunter sócia da Conecta + Recursos Humano, Cristiane Gonçalves Siggers, explica que para as empresas 2021 foi um período de ciclos. “Primeiro momento, foi de paralisação e observação da pandemia e no segundo momento, já que passaram quase dois anos, começou o movimento de empresas buscando as pessoas e vice-versa”, avalia. A área que mais contratou na visão dela é de tecnologia. “É unânime perceber a necessidade e contratação de tecnologia”, enfatiza. Como headhunter, esclarece que é um trabalho que seleciona a pessoa certa para ocupar posições mais exigentes, estratégicas. “As funções mais fáceis são preenchidas pela própria empresa”, assinala.
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      Home office e trabalho híbrido
    
  
  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Duas expressões que ganharam notoriedade na pandemia foram home office e trabalho híbrido (modalidade que permite conciliar dias de trabalho em casa e dias in loco). A exigência de que as pessoas ficassem em isolamento social para conter a propagação do coronavírus fez com que os modelos antigos de trabalho fossem desconstruídos e dessem espaços a novos formatos, como o home office e trabalho híbrido. O estudo mais recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), publicado em julho de 2021, utilizou os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), compilaram e consolidaram os resultados de maio a novembro de 2020.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neste período, na média, a população ocupada e não afastada no país foi de 74 milhões de pessoas, sendo que 8,2 milhões, ou seja, 11% exerceram suas atividades laborais de forma remota. Cristiane é enfática ao avaliar essa mudança. “O home office veio para ficar, o modelo de trabalho de 2020 ficou lá e não deve mais ser o mesmo”, comentou. A headhunter destaca que a produtividade aumentou com a nova modalidade. “As pessoas ficaram mais produtivas, o que teve seu lado positivo, mas também negativo, à medida que não souberam dosar e trabalharam demais, desenvolvendo problemas psíquicos e até Burnout”, relata, referindo-se ao Burnout, a Síndrome do Esgotamento Profissional que se caracteriza como um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva reitera e acrescenta que o modelo híbrido deve prevalecer. “Muitas empresas aderiram a esse sistema, que foi antecipado pela pandemia, e organizaram de dois a três dias por semana no escritório ao perceberem os benefícios para os dois lados da relação”, esclareceu. Cristiane disse que o modelo híbrido é a primeira mudança que deve se consolidar em 2022. “Você pode contratar uma pessoa que está em outro estado, em outra cidade, promovendo uma quebra geográfica, mais uma mudança”, pontua.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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      Desafios para 2022
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Pandemia, ano eleitoral e recessão econômica. Essa tríade dá o tom de 2022. Ainda assim, o sonho de mudar de carreira pode sair do papel.  A hora certa para mudar não é uma falácia popular, na opinião das duas especialistas. “A vida dá sinais”, comentou Cristiane. Ela orienta as pessoas a fazer contatos com seu networking e procurar vagas. “Antes a gente procurava no jornal hoje procuramos na internet”, compara
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva elenca habilidades que o profissional deve desenvolver para ser mais bem-sucedido. “Conhecimento, flexibilidade, empatia”. A diretora da Success People acredita que a pessoa precisa de foco, entender as suas necessidades e prioridades e não se intimidar diante dos problemas sociais. “Mesmo com todas as restrições e sofrimentos que passamos, não podemos ficar travados”, enfatiza. Ela entende que 2022 deve ser um ano de continuidade da evolução profissional, com pessoas mais disciplinadas para atingirem seus patamares profissionais.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 10 Feb 2022 16:17:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira — Headhunters buscam soft skills em profissionais no mercado</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-headhunters-buscam-soft-skills-em-profissionais-no-mercado</link>
      <description>Success.People e Terra  Transição de Carreira — Headhunters buscam soft skills em profissionais no mercado Mesmo com a crise gerada pelo coronavírus, a busca pela transição de carreira em 2022 segue aumentando, o que gera impacto e direciona novos rumos e metodologias adotadas por empresas e headhunters. Segundo pesquisas realizadas pelo LinkedIn (rede social de...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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        Success.People e 
        
      
      
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        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/headhunters-buscam-soft-skills-em-profissionais-no-mercado,5af167fab7affe79d3d5fe82117db671gc3ezcpr.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          Terra
        
      
      
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  &lt;p&gt;&#xD;
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      Transição de Carreira — Headhunters buscam soft skills em profissionais no mercado
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Mesmo com a crise gerada pelo coronavírus, a busca pela transição de carreira em 2022 segue aumentando, o que gera impacto e direciona novos rumos e metodologias adotadas por empresas e headhunters.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Segundo pesquisas realizadas pelo LinkedIn (rede social de trabalho e networking), no primeiro semestre de 2021, mesmo com a incerteza econômica e o alto índice de desemprego no país, a pandemia impulsionou a transição de carreira e a busca por cargos mais promissores e demonstrou que a tendência para 2022 é de maiores transformações. O relatório Protegendo o Futuro do trabalho, do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos) apresentou que 53% dos brasileiros querem mudar de profissão em 2022.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
      Foto: DINO / DINO
    

  
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  &lt;p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desocupação no 3º trimestre de 2021 ficou em 12,6%. Atualmente são 13,5 milhões de desempregados. A PNAD (Pesquisa Nacional por amostra de Domicílios) demonstrou no último gráfico que 65.456 mil pessoas estão fora da força de trabalho.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O IAEmp (Indicador Antecedente de Emprego) da FGV IBRE (Fundação Getulio Vargas) caiu 4,1 pontos em novembro de 2021 para 83,0 pontos, menor índice desde abril. A queda sugere que a recuperação do mercado de trabalho vem perdendo força. O IAEmp é construído como uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor. O indicador é positivamente relacionado com o nível de emprego do país, tendo capacidade de antecipar os rumos do mercado de trabalho no país.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    As empresas em meio a tantas transformações buscam por profissionais para ocupar as vagas que são desocupadas durante a transição alta no mercado, para uma vaga de diretor executivo de fusões e aquisições, segundo buscas através do LinkedIn, o salário fixo mensal pode variar entre R$ 43,7 mil a R$ 66,7 mil com um aumento anual de até 5,28% nas áreas de engenharias, economia e administração. As exigências para cargos como este são relevantes, a necessidade de fluência em pelo menos três idiomas: o português, o inglês e o espanhol ou mandarim, mínimo de 6 anos de experiência comprovada em projetos na vaga pretendida, criatividade, desenvoltura, instrução acadêmica, as dificuldades para os headhunters não são poucas. Vagas como esta necessitam de candidatos que cumpram certas exigências.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Os headhunters são contratados pelas corporações para encontrar os profissionais certos no mercado de trabalho. O headhunter é uma espécie de caça-talentos e precisa compreender a velocidade como o fator crucial no projeto: “Muitas vezes, a empresa tem prazo apertado para compor a vaga, sob o risco de onerar as finanças e prejudicar o andamento da organização”, explica Neiva Gonçalves, Presidente da Success People — empresa de assessoria em transição de carreira situada em São Paulo, que atende no território nacional e internacional: “Não é uma tarefa fácil”, completa.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A agilidade para encontrar e apresentar o profissional faz com que tempo seja essencial. Atualmente não é necessário sair de casa para realizar uma especialização na área de interesse ou um curso de idiomas, a tecnologia trouxe os ensinos EAD (ensino a distância) que se tornaram ferramentas estruturais para quem busca aperfeiçoamento: “São duas as principais habilidades que buscam os Headhunters nos dias de hoje, hard skills, as ferramentas técnicas, especializações, cursos de aprimoramento técnico na vaga pretendida e soft skills, habilidades comportamentais, que dizem respeito ao comportamento social e à forma como a pessoa se expressa socialmente”, comenta Neiva.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Soft skills, assim como as hard skills, também podem ser aprendidas através de treinamentos técnicos. Empresas especialistas em treinamentos como a Success People possuem projetos de desenvolvimento profissional. O aprendizado inclui: empatia, organização, flexibilidade e boa comunicação. Em resumo, as soft skills são habilidades que estão relacionadas à maneira como se utiliza a comunicação e o trabalho colaborativo, fundamentais na vida pessoal e profissional. Neiva aponta quatro principais soft skills que procuram os headhunters e exemplificam como o comportamento auxilia na evolução profissional:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “O aprimoramento técnico é importante no momento de destacar um currículo em meio à enorme concorrência, levando em conta o alto nível de executivos no mercado, já as habilidades comportamentais são o grande diferencial, que na maioria das vezes, definem um candidato na hora da entrevista”, conclui.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 03 Feb 2022 18:23:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Saúde Mental no Trabalho — Liderança e neurociência inspiram grandes empresas</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-no-trabalho-lideranca-e-neurociencia-inspiram-grandes-empresas</link>
      <description>Success.People e Terra Saúde Mental no Trabalho — Liderança e neurociência inspiram grandes empresas Na perspectiva de que as pessoas se constroem através de seu desenvolvimento mental, a neurociência nas empresas traz conhecimentos que podem revolucionar a forma como o desenvolvimento organizacional acontece. Recentes análises sobre o cérebro intervêm grandes empresas a reconsiderar o modo...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success.People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/lideranca-e-neurociencia-inspiram-grandes-empresas,4ffd6c423d47595e1ac96ce9b7e6f3b77ek6ej3n.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          Terra
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Saúde Mental no Trabalho — Liderança e neurociência inspiram grandes empresas
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Na perspectiva de que as pessoas se constroem através de seu desenvolvimento mental, a neurociência nas empresas traz conhecimentos que podem revolucionar a forma como o desenvolvimento organizacional acontece.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Recentes análises sobre o cérebro intervêm grandes empresas a reconsiderar o modo como interagem com seus colaboradores e buscam motivá-los, demonstrando como a neurociência está transformando as empresas.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
      Foto: DINO / DINO
    

  
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  &lt;p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O valor de mercado da empresa americana Microsoft quase dobrou nos últimos anos em uma transformação radical conduzida por seu CEO Satya Nadella, especialmente por seus ganhos na investida pelo promissor mercado de serviços na nuvem. Atualmente, mais de 20% das vendas universais da Microsoft resultam desse modelo de negócio. Com receitas 10% elevadas em relação às registradas em anos anteriores, o desfecho desse investimento conquistou positivamente seus analistas.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Nadella declarou que o principal embasamento para a nova posição está em uma inovação da neurociência. Os estudos relacionam a sensação de incerteza e falta de controle com a restrição da aptidão de ter empatia e de ser inventivo, faculdades cruciais para a Microsoft neste momento: “Em vez de observações em tom de cobrança, questiono o que os profissionais aprenderam até chegar aos resultados”. Nadella também mudou a abordagem tendo como objetivo levar o time a refletir, ao invés de se sentir inspecionado, criando aproximação e segurança, tema abordado no curso sobre neurociência na sede da companhia em Seattle.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A neurociência explica que o comportamento dos líderes condiz com os resultados de uma grande empresa. Paul J. Zak, neuroeconomista há mais de 20 anos, professor de ciências econômicas, psicologia e administração na Claremont Graduate University, descobriu mecanismos neurológicos que permitem cooperação e confiança, e que têm sido usados pelo Banco Mundial para estimular a prosperidade em países em desenvolvimento, assim como, por empresas para melhorar o desempenho econômico. “A confiança é um lubrificante econômico”. Após passar mais de duas décadas analisando as conexões neurológicas entre liderança e desempenho organizacional, Zak descobriu que empresas com altos níveis de confiança, criam um ambiente 74% menos estressante, 50% mais produtivo e 76% mais engajado.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Atualmente um bom líder é aquele que tem a capacidade de estimular a produtividade e a boa convivência em sua equipe como a empatia, comunicação e senso de justiça apurado. Luciano Mello, Presidente da Neuro Success — empresa de felicidade corporativa situada em São Paulo, que atende o território nacional e internacional — explica que a neurociência tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de futuros líderes e produzir soluções de problemas: “o clima organizacional de uma empresa é um importante meio para uma boa convivência. A neurociência gera estímulo à dedicação. Missão, visão e os valores de uma empresa são elementos que devem estar destacados no colaborador para que ele aumente a sua condição de pertencimento e contribua para o crescimento de um todo”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para Luciano, a neurociência também proporciona a redução do estresse, e, portanto, aumento de produtividade: “Nesse quesito, a neurociência vem para descobrir quais são os gatilhos mentais que disparam uma situação reconhecidamente estressante no trabalho. Colaboradores estressados, perdem o interesse no seu desenvolvimento e por consequência produzem menos”, comenta.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Na perspectiva de que as pessoas se constroem através de seu desenvolvimento mental, a neurociência nas empresas traz conhecimentos que podem revolucionar a forma como o desenvolvimento organizacional acontece: “A aplicabilidade da Neurociência na Liderança fornece recursos e competências para a melhoria do desempenho profissional efetivo, a neurociência aplicada proporciona o resultado em curto prazo para a transformação de líderes de Alta Performance, em um processo de extração do que o líder tem de melhor”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de saúde mental no trabalho, acesse: www.neurosuccess.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;iframe&gt;&#xD;
    &lt;/iframe&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Fri, 21 Jan 2022 12:51:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira — Recolocação profissional segue tendências para 2022</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-recolocacao-profissional-segue-tendencias-para-2022</link>
      <description>Success People e terra.com.br Transição de Carreira — Recolocação profissional segue tendências para 2022 A automação e a inteligência artificial serão responsáveis pela criação de 97 milhões de novos empregos até 2025. Organizações cada vez mais apostam e aprimoram suas habilidades em tecnologia. Os últimos meses mudaram o mercado de trabalho. As organizações necessitam responder...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
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        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/recolocacao-profissional-segue-tendencias-para-2022,f7c96c225c1a6d9a4e8a089ca04d2ae2ukjv94ru.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
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        &lt;/a&gt;&#xD;
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      Transição de Carreira — Recolocação profissional segue tendências para 2022
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A automação e a inteligência artificial serão responsáveis pela criação de 97 milhões de novos empregos até 2025. Organizações cada vez mais apostam e aprimoram suas habilidades em tecnologia.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Os últimos meses mudaram o mercado de trabalho. As organizações necessitam responder à nova dinâmica e olhar além das metas financeiras para considerar as necessidades de todos os seus colaboradores. Romper silos e superar desafios do trabalho remoto são objetivos em prol de aproximar os profissionais. O principal objetivo está em garantir que as pessoas se sintam conectadas ao propósito e à visão da empresa e desenhar os novos caminhos para prosperar em 2022.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
      Foto: DINO / DINO
    

  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Nos últimos dois anos o mercado de trabalho sofreu uma mudança forçada, extrema e reativa. A crise trouxe obstáculos, contudo, a mudança contribuiu para a inovação e reinvenção de metodologias dentro das organizações. O Fórum Econômico Mundial divulgou relatório que prevê o fechamento de 85 milhões de empregos no mundo, incluindo no Brasil, em empresas de grande e médio porte em 15 setores e 26 economias. O relatório também apontou que a automação e a inteligência artificial serão responsáveis pela criação de 97 milhões de novos empregos até 2025. Organizações cada vez mais apostam e aprimoram suas habilidades em tecnologia.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Inteligência Artificial substitui o trabalho humano, porém a automação leva os profissionais a se especializarem em funções que requerem habilidades como a criatividade, a imaginação e as inteligências emocionais. De acordo com Neiva Gonçalves, Presidente da Success People — empresa de assessoria em transição de carreira situada em São Paulo, que atende no território nacional e internacional — as necessidades do mercado estão relacionadas aos estímulos individuais: “Empresas que impulsionam pessoas, impulsionam projetos. As adaptações a este novo modelo de negócio propõem mudanças favoráveis aos profissionais e às organizações. O home office evidencia a vida pessoal, neste formato a escolha pelo profissional do que fazer, os motivos e objetivos pessoais e profissionais são questionados, o que possibilita a médio prazo promover parcerias mais assertivas”, comenta Neiva.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O trabalho híbrido já se tornou a realidade de muitas empresas. Conciliar o trabalho remoto aos escritórios centralizados é uma das principais mudanças da pandemia: “O desafio está na comunicação. É preciso adotar medidas estratégicas. Incorporar uma plataforma e engajamento entre os colaboradores tem sido uma alternativa eficiente. A transparência e o acesso à informação também auxiliam”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Segundo um levantamento feito pelo Linkedln (rede social de empregos e networking), no primeiro semestre de 2021, a pandemia alavancou a transição de carreira e a procura por vagas e demonstrou os cargos mais promissores e as tendências para 2022. Tecnologia e saúde demonstraram destaque no estudo, devido à notória demanda imposta pela crise do novo Coronavírus, outras áreas são: vendas e desenvolvimento de negócios, e-commerce, farmácia e pesquisa, conteúdo e marketing digital, finanças, análise de dados e setores criativos. O relatório Protegendo o Futuro do Trabalho, do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos) demonstrou que 53% dos brasileiros querem mudar de profissão após a pandemia. A principal motivação é a busca pelo equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional segundo o estudo, seguido de melhoria salarial, função mais significativa, diminuição de horas trabalhadas e mais prazer no trabalho.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “O momento é favorável para a transição de carreira segura. Com planejamento estratégico e análise de mercado os resultados são excelentes. As empresas também se interessam em promover ações de desenvolvimento para seus funcionários, é possível conquistar uma transição dentro da própria organização. Basta ter conhecimento técnico e entender o que realmente busca na transição”, completa Neiva.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 19 Jan 2022 18:12:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira — Metaverso: o futuro do trabalho e o impacto nas profissões</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira</link>
      <description>Success.People e Folha Vitória Transição de Carreira — Metaverso: o futuro do trabalho e o impacto nas profissões A Tecnologia tem sido responsável por manter milhões de pessoas empregadas e por auxiliar empresas nos momentos de crise.   A cada 1% de gastos e investimentos em TI depois de 2 anos o lucro aumenta em...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success.People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/01/2022/metaverso-o-futuro-do-trabalho-e-o-impacto-nas-profissoes" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          Folha Vitória
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Transição de Carreira — Metaverso: o futuro do trabalho e o impacto nas profissões
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Tecnologia tem sido responsável por manter milhões de pessoas empregadas e por auxiliar empresas nos momentos de crise.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
      Foto: Divulgação/DINO
    

  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A cada 1% de gastos e investimentos em TI depois de 2 anos o lucro aumenta em 7%, apontou a pesquisa realizada pela 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://eaesp.fgv.br/sites/eaesp.fgv.br/files/u68/fgvcia2020pesti-resultados.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      FGV
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     (Fundação Getulio Vargas). Os resultados obtidos na pesquisa são impressionantes e afirmam que as empresas que mais investiram em TI obtiveram maior crescimento da sua receita e resultados operacionais mais eficazes. Tecnologia tem sido responsável por manter milhões de pessoas empregadas, por auxiliar empresas nos momentos de crise e passou a ser necessidade em todas as corporações.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Empresas e governos estão investindo na criação do metaverso. Uma realidade mista onde o mundo virtual e o mundo real são integrados. A ideia é de que os usuários deixem de ser observadores da internet e façam parte dele interagindo entre si. Especialistas acreditam que o metaverso trata-se da evolução da internet.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, anunciou a mudança do nome da empresa para Meta e explicou que a mudança se refere ao posicionamento do grupo: “Em nosso DNA somos uma empresa que constrói tecnologia para conectar pessoas, e o metaverso é a próxima fronteira, assim como a rede social foi quando começamos”. A Microsoft lançou, no início de 2021, o Mesh, plataforma que possibilita reuniões através de hologramas e avatares 3D. O Banco do Brasil lançou no final de 2021 uma experiência virtual dentro do servidor do game GTA. No jogo, o gamer pode abrir na instituição bancária uma conta para seu personagem – é possível até trabalhar na instituição.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Segundo a Bloomberg Intelligence, a estimativa é que o mercado do metaverso deva chegar a US$ 800 bilhões (R$ 4,5 trilhões) em 2024. Além dos questionamentos referentes aos benefícios e malefícios do metaverso, especialistas questionam qual o futuro do trabalho e qual impacto nas carreiras no mundo moderno.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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    Neiva Gonçalves, Presidente da Success People — empresa de assessoria em carreira corporativa, situada em São Paulo que atende o território nacional e internacional — comenta sobre as possibilidades do metaverso no mercado de trabalho: “Estamos diante de profissões que surgem conforme a tecnologia avança. Trata-se da criação de um novo mundo, que impactará as profissões, principalmente as que envolvam tecnologia”. Para Luciano Mello, board member da Success People, a chegada do metaverso e a aproximação do 5G transformará trabalhos e cargos: “Na prática teremos mudanças no convívio social com pessoas trabalhando, frequentando, interagindo e comercializando dentro do metaverso. O metaverso tem força para transformar a experiência do usuário e o sentimento das pessoas”.
  

  
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Esta criação de um novo mundo exige dezenas de funções e, dessa forma, gera inúmeras oportunidades de trabalho, como: construir roteiros de engenharia, desenvolver novos códigos de programação, de ética e marketing, habilidades como visão computacional, computação gráfica e programação. É necessário pontuar que trata-se de um ambiente onde as realidades aumentada, virtual, mista e estendida (XR metaverso, a realidade onde todas as anteriores se encaixam) são fundamentais. Entre as profissões do futuro destacadas por cientistas pesquisadores surgem:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “No futuro, trabalhar juntos será uma das principais maneiras de as pessoas usarem o metaverso. Você pode pensar nisso como uma Internet incorporada na qual você está dentro, em vez de apenas olhar. Acreditamos que este será o sucessor da internet móvel”, escreveu Zuckerberg em uma postagem nas redes sociais.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Especialistas da área sugerem que o metaverso oferecerá oportunidades interessantes para as pessoas. “o metaverso proporcionará uma experiência mais imersiva. Atualmente o trabalho remoto é uma realidade e as pessoas têm a necessidade de trabalharem juntas. O metaverso proporcionará conexões mais profundas, poderemos trabalhar com pessoas de qualquer lugar do mundo substituindo a tela por relações sinestésicas”, completa Neiva.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Tue, 11 Jan 2022 20:53:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Recolocação Profissional — Taxa de desemprego tem queda de 1,6% em relação a 2021</title>
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      <description>Success.People e Metrópoles Recolocação Profissional — Taxa de desemprego tem queda de 1,6% em relação a 2021 No terceiro trimestre de 2021, a taxa de desemprego, no Brasil, atingiu 12,6%, o que reflete numa queda de 1,6 ponto por cento em relação ao segundo trimestre de 2021. No terceiro trimestre de 2021, a taxa de...</description>
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        Success.People e 
        
      
      
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        &lt;a href="https://www.metropoles.com/dino/taxa-de-desemprego-tem-queda-de-16-em-relacao-a-2021" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          Metrópoles
        
      
      
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      Recolocação Profissional — Taxa de desemprego tem queda de 1,6% em relação a 2021
    
  
  
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    No terceiro trimestre de 2021, a taxa de desemprego, no Brasil, atingiu 12,6%, o que reflete numa queda de 1,6 ponto por cento em relação ao segundo trimestre de 2021.
  

  
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  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/25d61100-f76b-4f2a-af44-f965c67bddce-300x180.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
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                    No terceiro trimestre de 2021, a taxa de desemprego, no Brasil, atingiu 12,6%, o que reflete numa queda de 1,6 ponto por cento em relação ao segundo trimestre de 2021. A taxa de recolocados no mercado de trabalho é de 4% segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Banco Central reduziu de 2,1% para 1% a projeção de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2022, ainda assim, o percentual está 0,5 ponto acima da expectativa do mercado financeiro, demonstrando que o ano de 2022 chegou com grandes desafios para o mercado de trabalho.
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    Durante a pandemia o número de pessoas desempregadas em 2020, chegou a 13,7 milhões segundo os dados do IBGE. Com o encerramento de 2021, as perspectivas para 2022 começam a aparecer. Em um levantamento realizado pela Success People, empresa de desenvolvimento pessoal situada em São Paulo, que atende em todo o território nacional e oferece suporte a profissionais de diferentes áreas em transições de carreira, no ano de 2021 foi registrado um aumento na busca pela recolocação profissional.
  

  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O setor comercial foi o que obteve maior número de recolocados na Success People se destacando das outras áreas. No índice do levantamento a margem ficou em 26% de recolocados da área Comercial, 21% da área financeira, 10% da área Supply Chain, 10% da área Industrial, 10% do setor de TI – Tecnologia da Informação, 8% da área jurídica, 5% do marketing e 5% da área da engenharia.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para a Success, o sucesso obtido mesmo durante a crise imposta pelo novo Coronavírus é devido ao conhecimento estratégico no que diz respeito a estar alinhado com as necessidades do mercado de trabalho a partir do estudo do panorama financeiro geral brasileiro: “Trabalhar com o processo de transição de carreira e recolocação no mercado corporativo é entender o que profissionais e empresas necessitam, qual a linguagem o mercado atual se relaciona e reflete em estar atento a radiografia do mercado financeiro e principalmente às suas mudanças”, comenta Neiva Gonçalves, Presidente da Success People — empresa de desenvolvimento pessoal situada em São Paulo que atua há mais de 20 anos na área de Recursos Humanos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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    Os desafios para o mercado de trabalho em 2022 são inúmeros. Mesmo com 13 milhões de desempregados, por outro lado, as empresas se queixam da falta de profissionais qualificados. A transformação digital impactou todo o mercado e beneficia profissões ligadas à tecnologia. Neste cenário, o foco das empresas está no novo modelo de negócio, esse cenário favorece a transição de carreira. Alguns valores para o mercado de trabalho em 2022 são essenciais. A procura por profissionais com Soft Skills tende a prosseguir. Habilidades e qualidades como resiliência, flexibilidade e boa comunicação seguem priorizadas. Adaptação ao modelo de trabalho home office também se faz importante em um momento que o trabalho remoto e híbrido tem crescido tanto: “Com o foco das empresas na saúde, e nas relações humanas, 2022 promete uma melhoria no ambiente de trabalho e mais valorização às habilidades dos colaboradores. Utilizar indicadores para perceber se uma pessoa se adequa à empresa é um objetivo eficiente, porém a tecnologia não considera fatores de cultura organizacional”, completa Neiva.
  

  
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                    Para conhecer as soluções de recolocação profissional, acesse: www.successpeople.com.br
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  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
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      <pubDate>Fri, 07 Jan 2022 15:00:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Saúde Mental no trabalho — Janeiro Branco: a saúde mental preocupa o mercado</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-no-trabalho-janeiro-branco-a-saude-mental-preocupa-o-mercado</link>
      <description>Success.People e Terra Saúde Mental no trabalho — Janeiro Branco: a saúde mental preocupa o mercado Segundo o IBGE, aumentou para 34,2%, nos últimos seis anos, o número de pessoas com diagnóstico de depressão, conforme dados informados pela PNS (Pesquisa Nacional da Saúde). A saúde mental tem sido um tema muito discutido no mundo corporativo....</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
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        Success.People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/janeiro-branco-a-saude-mental-preocupa-o-mercado,598aa6e1da9841f568f878e125655c8auo9hefci.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          Terra
        
      
      
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        &lt;/a&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Saúde Mental no trabalho — Janeiro Branco: a saúde mental preocupa o mercado
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Segundo o IBGE, aumentou para 34,2%, nos últimos seis anos, o número de pessoas com diagnóstico de depressão, conforme dados informados pela PNS (Pesquisa Nacional da Saúde).
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A saúde mental tem sido um tema muito discutido no mundo corporativo. Segundo o IBGE, aumentou para 34,2%, nos últimos seis anos, o número de pessoas com diagnóstico de depressão, conforme dados informados pela PNS (Pesquisa Nacional da Saúde) 2019, 10,2% (16,3 milhões) de pessoas adultas sofrem depressão. Em 2013, o percentual era de 7,6%.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    
  
      Foto: DINO / DINO
    

  
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  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Quando se trata de ansiedade, os números também são altos: o transtorno afeta mais de 9,3% dos brasileiros (aproximadamente 19,4 milhões) O Brasil é o país com mais ansiedade no mundo. Segundo o ministério da saúde, o suicídio é a terceira principal causa de mortes do país.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Janeiro Branco é um movimento voltado para a saúde mental criado em 2014. A campanha visa à cultura do cuidado para com as pessoas: “Além de sermos o país mais ansioso do mundo, somos o quinto no ranking de depressão e estamos em segundo lugar na fila do burnout”, comenta Luciano Mello, presidente da Neuro Success — empresa de desenvolvimento de felicidade corporativa situada em São Paulo, que atende o território nacional e internacional. Burnout é um desgaste que prejudica os aspectos físicos e emocionais do indivíduo e é um fenômeno reconhecido como uma síndrome ligada ao trabalho segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O mês de janeiro é o escolhido para a realização do movimento por se tratar do primeiro mês do ano. O início de um novo ciclo proporciona abertura às possibilidades de mudança de hábitos e comportamentos. Nesta época as pessoas estão mais propensas a refletirem sobre as questões existenciais, suas relações sociais e suas emoções. O objetivo da campanha é chamar a atenção da humanidade para as necessidades relacionadas à saúde mental e emocional, mas também, desmistificar os tabus que envolvem o tema e promover a criação de ações principalmente por parte das empresas em atividades que proporcionem melhores condições aos seus colaboradores.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para Luciano Mello, a felicidade corporativa potencializa os resultados das organizações: “A felicidade corporativa aumenta a produtividade e consequentemente os ganhos financeiros, em uma equação simplificada, funcionário feliz é igual a empresa feliz. Colaborador satisfeito é igual a engajamento e maior lucro. Profissional mais engajado potencializa os resultados das organizações”. Uma pesquisa realizada pelo Linkedln Brasil revelou que apenas 27% dos profissionais são engajados. A pesquisa também apontou que mais de 30 milhões de pessoas em todo o território nacional sofrem com o Burnout.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Falar sobre os temas de saúde mental ainda é um desafio. A campanha Janeiro Branco objetiva esclarecer a importância das empresas em criar ações estratégicas para promover melhorias nas condições de trabalho: “O mapeamento do estágio de atual desgaste dos colaboradores é fundamental para analisar os impactos nas ações de liderança diante da queda de produtividade da equipe”, comenta Luciano. A Neuro Success tem a proposta de assessorar as empresas, líderes e liderados estratégicos com metodologia própria e neurociência aplicada por meio de medidas humanizadas com foco no desenvolvimento pessoal, diversidade e inclusão: “Com interações inovadoras por neurociência, psicologia, psicometria e programação neurolinguística, promovemos a educação ativa e manutenção do viés positivo”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de Saúde Mental no trabalho, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/593517855-c32c3107-bf64-4a23-a2c0-27da48cbc260-300x164.jpg" length="7080" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 07 Jan 2022 12:48:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-no-trabalho-janeiro-branco-a-saude-mental-preocupa-o-mercado</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Saúde Mental no Trabalho — Empresas utilizam Neurociência para ganho de produtividade</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-no-trabalho-empresas-utilizam-neurociencia-para-ganho-de-produtividade</link>
      <description>Success.People e Terra Saúde Mental no Trabalho — Empresas utilizam Neurociência para ganho de produtividade No último semestre a procura pela implantação da Neurociência nas empresas explodiu. Em 2020, o gasto com a saúde mental atingiu U$$ 3 trilhões no mundo todo. Para cada R$ 1,00 investido no tratamento para depressão e ansiedade, as empresas...</description>
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      Saúde Mental no Trabalho — Empresas utilizam Neurociência para ganho de produtividade
    
  
  
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                    No último semestre a procura pela implantação da Neurociência nas empresas explodiu. Em 2020, o gasto com a saúde mental atingiu U$$ 3 trilhões no mundo todo.
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                    Para cada R$ 1,00 investido no tratamento para depressão e ansiedade, as empresas obtêm um retorno de R$ 4,00 por meio de melhorias na saúde e na capacidade de trabalho do paciente, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).
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      Foto: DINO / DINO
    

  
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                    Nos últimos anos, o Brasil se tornou um dos países com maior crescimento de empresas inovadoras. No campo da inovação, as startups ganham destaque, houve um crescimento exponencial entre 2015 e 2019, segundo a Abstartups (Associação Brasileira de Startups), o número foi de 4.151 para 12.727, o resultado foi um salto de 207% no período. Só no primeiro quadrimestre de 2021, o número de aquisições de startups pelas grandes empresas cresceu 120%.
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                    O estudo da neurociência tem sido adotado por empresas de diversos segmentos que buscam inovação nos últimos anos. Os principais benefícios da Neurociência aplicada são: ganho de produtividade e engajamento para líderes e liderados estratégicos, a redução do gasto com sinistralidade e consequentemente a melhora do clima organizacional resultando em obtenção de colaboradores mais saudáveis.
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                    Para a neurociência, entender o comportamento humano é o caminho mais eficaz para colocar em prática o que o cérebro tem a oferecer e assim potencializar o trabalho: “A capacidade do cérebro é incrível, estudar as suas funções e relações com o comportamento está aliado à alta performance de gestores e colaboradores. O entendimento das emoções traz resultados significativos. A importância da implantação da Neurociência no ambiente de trabalho, trata-se do entendimento apurado da percepção sobre nossas capacidades”, comenta Luciano Mello, Presidente da Neuro Success — empresa de desenvolvimento de felicidade corporativa situada em São Paulo, que atende o território nacional e internacional.
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                    Em 2020, o gasto com a saúde mental atingiu U$$ 3 trilhões no mundo todo conforme aponta a OMS: “A saúde mental é o tema do século”. Dévora Kestel, diretora do Departamento de Saúde Mental e Uso de Substâncias na OMS, acredita que nos próximos anos a promoção de projetos que pensam a saúde mental poderá ter maior alcance e produzir efeitos positivos: “Os novos dados do Atlas de Saúde Mental nos mostram que ainda temos um longo caminho a percorrer para garantir que todos, em todos os lugares, tenham acesso a cuidados de saúde mental de qualidade, mas estou animada com o vigor renovado que vimos dos governos quando as novas metas para 2030 foram discutidas e acordadas e estou confiante de que juntos podemos fazer o que for necessário para passar de passos pequenos a saltos gigantescos nos próximos 10 anos.”
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                    No último semestre a procura pela implantação da Neurociência nas empresas explodiu, líderes e gestores entendem que esta não é uma preocupação exclusiva de organizações que se voltam a projetos de saúde, mas sim, uma preocupação inerente a todos os seres humanos: “A procura por implementação de projetos que tenham como foco aumento de produtividade triplicou no último semestre conforme observamos na Success People, o resultado é o eficaz engajamento das equipes e aumento de rentabilidade às operações empresariais. Com o avanço tecnológico, abordar múltiplos níveis sobre o funcionamento do cérebro e da dinâmica neurológica da interação humana tornou-se indispensável para as organizações”, completa Luciano Mello.
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                    Para conhecer as soluções de saúde mental no trabalho, acesse: www.successpeople.com.br
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      <pubDate>Thu, 06 Jan 2022 19:33:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira — Mudar de Caminho</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-mudar-de-caminho</link>
      <description>Success.People e Correio do Povo Transição de Carreira — Mudar de Caminho Insatisfações no ambiente de trabalho podem levar as pessoas a novas possibilidades. Porém, as mudanças requerem organização e planejamento Chegar à fase adulta tem muitas implicações. Entre elas, podemos citar a implicação social do indivíduo, que passa a ter obrigações e responsabilidades para...</description>
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          Correio do Povo
        
      
      
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      Transição de Carreira — Mudar de Caminho
    
  
  
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      | Foto: Guilherme Almeida
    

  
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Insatisfações no ambiente de trabalho podem levar as pessoas a novas possibilidades. Porém, as mudanças requerem organização e planejamento
    
  
  
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                    Chegar à fase adulta tem muitas implicações. Entre elas, podemos citar a implicação social do indivíduo, que passa a ter obrigações e responsabilidades para viabilizar o próprio sustento e galgar conquistas importantes para si. Via de regra, ter uma profissão e atuar nela é um dos caminhos para isso. Com base nessa premissa, muitas pessoas investem na qualificação do ofício que um dia escolheram por afinidade, habilidades e outros quesitos. Porém, no andar da carruagem, o presente e o futuro que se delineiam podem não corresponder às expectativas projetadas. Outra hipótese é que o brilho inicial que aquela função tinha, pode ir se perdendo, dando espaço à opacidade. Neste cenário, mudar de profissão passa a ser uma alternativa. Mais do que isso, para uns, torna-se uma necessidade. É neste momento que entra em cena o que chamamos de transição de carreira.
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                    Com a pandemia, essa atitude de ajustar uma nova rota profissional ganhou mais força. Uma pesquisa executada neste ano pela Microsoft – Works Trend Index 2021, com 30 mil pessoas ao redor do mundo, mostrou que 40% dos trabalhadores consideram uma transição de carreira ainda este ano. Na América Latina, esse número aumenta para 53%.
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                    A engenheira e consultora de carreira Angélica Dalla Rosa entende essa passagem como qualquer mudança de atuação ou de posicionamento que o profissional promova na sua área. “Um advogado que atua na área civil, mas que resolve atuar na área tributária ou empreender com um novo negócio imobiliário são movimentos considerados como transições de carreira”, exemplifica. A especialista reitera que o momento atual colaborou para esse contexto. “A pandemia também é um fator que influencia nesse crescimento da busca pela transição de carreira, visto que muitas pessoas começaram a repensar suas trajetórias quando o mundo parou diante da Covid-19”, explica. Ela acrescenta que o descontentamento com trabalho atual (que atinge nove em cada dez brasileiros), a falta de qualidade de vida, de perspectiva de crescimento profissional na sua área e de oportunidades, além de não ver mais propósito e sentido em continuar na ocupação, são os principais motivos de profissionais que anseiam por essa mudança.
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                    A rotina de home office e o isolamento social, em quase dois anos de pandemia, favoreceram um comportamento mais introspectivo. A diretora de transição de carreira e cofundadora da Success People, localizada em São Paulo, Neiva Gonçalves, reforça que esse contexto permitiu um olhar mais profundo para os valores e propósitos próprios, o que gerou questionamentos em muitas pessoas. “Será que estou fazendo realmente o que eu quero? Estou no trabalho que tem a ver com o meu propósito?” são exemplos das perguntas que a especialista destaca que devem ser feitas.
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                    Provocar o autoquestionamento é uma prática elucidativa para encontrar respostas que ajudem a trilhar um novo caminho. Neiva explica que uma das metodologias aplicadas para ajudar quem busca essa transformação é a VIP (valores, impactos e propósito de vida). A partir deste tripé, a pessoa deve ser capaz de responder a cada um desses aspectos, relacionando como os seus posicionamentos podem se refletir na sua vida e no mundo. “Esclarecer para si essa questão é muito importante”, enfatiza. Outro atributo salientado é a felicidade associada à execução da carreira. “Muitas pessoas me procuram e dizem que não estão felizes, mas afinal, o que é não estar feliz?”, indaga, relatando que é importante encontrar o motivo dessa infelicidade (um ambiente tóxico, relação com os colegas, com o gestor, valores pessoais desalinhados com a empresa, etc).
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                    A presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Rio Grande do Sul (ABRH-RS), Crismeri Delfino, entende que as pessoas ficaram mais conectadas consigo na pandemia, mas, também, pela falta de emprego, buscaram novos mercados, o que desencadeou uma onda forte de atividades empreendedoras como solução. “É preciso entender que a vontade de mudar está ligada à insatisfação, por não gostar mais do que se faz, por não ter crescimento, pelo salário que não atende mais, pela falta de propósito e de novos desafios”, assinala.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A rotina estabelecida na pandemia, que deu força ao trabalho remoto, possibilitou a experimentação de um novo modelo laboral, que agradou a muitas pessoas. A dirigente atenta para a realidade de que a transição não tem uma hora certa nem idade ideal para mudar. “É viável em qualquer idade e tenho observado isso acontecer muito pela faixa dos 50 a 60 anos, momento em que as pessoas escolhem o que as deixa mais felizes, o que não é um esforço nem um peso, o que proporciona um rendimento maior”, destaca.
    
  
  
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Crismeri acredita que pensar em si é um entendimento que deve estar muito claro e ser uma prioridade nessa transformação, que requer, antes da decisão final, explorar novos mercados, angariar conhecimento e informação, reconhecer oportunidades, o que é possível não apenas diante de investimento financeiro, mas com um volume ilimitado de conteúdos gratuitos disponíveis na Internet. “Planejar, trabalhar e estudar para ti com disciplina e sem impulsividade, sentindo aquilo que toca o seu coração”, orienta.
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      Controle emocional para passos firmes
    
  
  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “Tudo tem a hora certa.” Essa é uma das falas populares que costuma se dizer para oferecer força para um conhecido, amigo ou familiar que passa por um momento de dificuldade ou de incerteza. A psicóloga da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul e colaboradora da Comissão de Psicologia Organizacional e do Trabalho (CPOT) do Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul (CRPRS) Rita Luedke é objetiva ao explicar esse momento. “A hora em que ir faz mais sentido do que ficar”, afirma. Ela salienta que é uma decisão muito particular, que depende de cada pessoa e de seu momento de vida. “Não é simples, e sim, muito complexo, há repercussões, com certeza, e são essas repercussões que, na maior parte das vezes, interferem na decisão”, pondera, ressaltando que é fundamental considerar que o caminho pode trazer surpresas, desafios, gratificações e frustrações, mas que deve-se estar disposto a ousar e a experienciar.
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                    A psicóloga explica que o autoentendimento é importante para cada um ver como se percebe no contexto em que vive, o que ajuda a identificar essa insatisfação como algo pontual ou generalizado. Ela relata que, nesses casos, o “sinal de alerta” mais reconhecido é o desconforto, embora nem sempre ele seja percebido assim. “Por vezes é uma situação que chateia, noutras é o percurso que passou a ser difícil, quando antes não o era, o salário, a desmotivação quanto a realizar o que se propõe a fazer, a valorização que deveria ter ocorrido e não aconteceu, gerando frustração, que passa para insatisfação”, sintetiza.
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                    Rita enumera os sinais de insatisfação mais triviais: alterações de humor, irritabilidade constante, pouca paciência, alteração no sono, alteração no apetite, baixa tolerância à frustração nos mais variados momentos (pessoas explosivas por alguma situação que não justifique esta atitude), automedicação como forma de se manter “bem”, álcool com frequência (para “aguentar” as demandas ou para “relaxar” um pouco), uso frequente de drogas (principalmente para se manter focado, ligado, produtivo), oscilações nos relacionamentos pessoais, alteração da libido, isolamento, tristeza e tantos outros que nem sempre reconhecemos como associados ao significado do momento de vida daquela pessoa. “Certamente esses sinais não necessariamente estão associados à insatisfação no trabalho, o que torna necessário que se avalie, profissionalmente, caso a caso, para que possamos validar o ‘nexo causal’ (fatores que causam algo e o efeito naquela pessoa) no contexto”, explica.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Porém, a psicóloga enfatiza que nem sempre o desgosto está apenas no trabalho, às vezes é consigo próprio e com seu desempenho profissional. “Por vezes, há outras questões envolvidas, como conflitos familiares e/ou financeiros, que independem do trabalho propriamente dito, mas dependem de uma melhor organização dos recursos financeiros oriundos dele”, destaca Rita.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O psicólogo, mestre em Saúde Pública e docente Ricardo Werner Sebastiani acrescenta aos sintomas relativos a esse descontentamento a “síndrome de domingo”, que é uma sensação de angústia e mal-estar no fim de domingo. Além disso, adiciona outros aspectos relacionados. “Ansiedade, aumento da crítica e autocrítica, dificuldade de concentração, lapsos de memória, eventualmente insônia e ganho de peso”, completa. Sebastiani endossa que a pandemia proporcionou um olhar mais apurado para as perspectivas profissionais, mas ressalta que a saúde mental no trabalho já é uma questão debatida mundialmente. “O tema sofrimento mental e comprometimento de carreira profissional foi abordado no Fórum Econômico de Davos, em 2019, dentro de um dos macrotemas centrais de discussões, que era a saúde mental no ambiente de trabalho”, pontua. Ele comenta que o assunto foi incluído na pauta porque a cúpula do evento já tinha constatado preocupante nível de sofrimento mental no trabalho.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O especialista evoca a importância de manter as outras dimensões da vida para além do trabalho bem cuidadas para se evitar que a situação evolua para quadros mais graves. “Relação afetivas, interesses pessoais, hobbies, atividades de lazer, outros interesses que gerem prazer, satisfação e sentimento de realização como esportes, atividades culturais, atividades assistenciais, atividades religiosas, entre outras, sempre tendo em mente que não se deve tomar decisões por impulso nem quando se está sob pressão”, aconselha. Atividades físicas e ao ar livre são bastante recomendáveis. “Meditação, ioga, dedicar-se a algo que lhe faça bem, independentemente de ser ‘produtivo’, procurar sempre que possível desligar-se da rotina, mudar de ambiente, aprender coisas novas e manter alimentadas as boas amizades”, descreve.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O professor ainda destaca que a permanência nessa condição por longo período pode progredir para diagnósticos mais sérios, como Burnout, transtornos depressivos, crises de pânico, problemas psicossomáticos, entre outros. Entre essas complicações, a Síndrome de Burnout é uma das mais severas. Conforme o Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde sobre Doenças Relacionadas ao Trabalho, desenvolvido pelo Ministério da Saúde, essa condição se caracteriza como “a sensação de estar acabado” e é um tipo de resposta prolongada a estressores emocionais e interpessoais crônicos no trabalho. O trabalhador que antes era muito envolvido afetivamente com os seus clientes, pacientes ou com o trabalho em si, desgasta-se e, em um dado momento, desiste, perde a energia ou se ‘queima’ completamente.
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                    O psiquiatra e coordenador do Núcleo de Psiquiatria do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Fernando Uberti, ressalta que antes da pandemia já se observava que o ambiente de trabalho vinha causando transtornos psiquiátricos, em especial no setor privado, uma realidade de que cargas horárias elevadas, convivência marcada pela cobrança de metas, não só no aspecto financeiro, mas nas relações hierárquicas entre chefe e colaboradores. “No Brasil, a doença psiquiátrica e mental é a terceira causa de afastamento do trabalho temporário ou permanente”, relata. Em primeiro lugar, estão as causas externas, relacionadas a condições precárias, que podem ocasionar acidentes de trabalho, e em segundo lugar estão as doenças osteomusculares.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Uberti esclarece que esses transtornos costumam se manifestar pela junção das vulnerabilidades individuais, predisposição genética e fatores estressores vivenciados no decorrer da vida. “A pandemia modificou de maneira súbita muitos aspectos, sendo um deles a dinâmica do trabalho, realidade que não era um escolha, mas sim, uma imposição pela circunstância, o que contribuiu para esse estresse e adicionou um novo impacto social sobre essa questão”, explica.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A interação nas redes sociais pode prejudicar a dinâmica de trabalho. O médico salienta que o padrão de demonstração de felicidade nesses ambientes virtuais pode causar uma baixa tolerância à realidade, à medida que desencadeia uma ideia imediatista de objetivos e de estabelecimento de metas no sentido de visibilidade, de crescimento e de aumento de salário, combinação que acaba favorecendo um sentimento de frustração mais intenso. “Parece uma relação de sofrimento psíquico, com pessoas menos preparadas para enfrentar frustrações”, avalia.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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      Transição de carreira exige avaliação
    
  
  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “Procurar trabalho dá trabalho”, afirma a diretora de transição de carreira da Success People, Neiva Gonçalves. Ela enfatiza que é preciso focar no objetivo e determinar um plano de ações para fazer essa virada. Contudo, redirecionar a rota profissional pode ser não somente trabalhoso, como dispendioso. O especialista em Gestão Estratégica de Pessoas e Comportamento Organizacional e professor da Escola Brasileira de Administração Pública de Empresas da Fundação Getúlio Vargas, Marco Tulio Zanini, percebe que na pandemia houve uma transição voluntária e involuntária em decorrência de uma grande perda de postos de trabalho no Brasil e de um resfriamento brusco da economia, em especial nos serviços. “Muita gente ficou desempregada e teve que buscar uma nova colocação, ou seja, fez a transição de forma involuntária, forçadamente, o que gerou uma movimentação”, constata.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Já as pessoas que tinham emprego fixo passaram por uma mudança de rotina impactante ao ficarem sem contato diário e, até mesmo, sem o próprio deslocamento até o trabalho. “Não temos dados, mas podemos identificar que muitas pessoas tiveram aumento de produtividade em casa em relação ao ambiente de trabalho, fator que fez esse público migrar de forma voluntária para uma atividade com mais autonomia”, esclarece. Mesmo assim, o docente ainda considera baixa a transição voluntária. “Essa modificação ainda precisa ser mensurada e, na minha perspectiva, é inexpressiva se comparada à mudança da economia”, avalia. Zanini relata que esse movimento pode ser menos oneroso para algumas áreas, como a tecnologia da informação (TI), segmento em que faltam profissionais.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Zanini salienta, no entanto, que optar pela transição de carreira tem que ser um processo constituído com clareza. “O que está oculto é o preço que se paga”, alerta. Ele explica com o exemplo de um executivo que decide virar consultor dentro da área que adquiriu experiência, passagem que não acontece de forma imediata, já que exige mudança de comportamento e um investimento para se preparar formalmente a fim de atingir essa meta. “É possível fazer transição de carreira, sempre existe a possibilidade, mas tem um preço a ser pago, que pode aumentar conforme a idade”, explica.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Ser dono do próprio negócio é o sonho de muita gente. Todavia, o especialista adverte que abrir um negócio requer estudo de mercado, de demanda e um preparo financeiro e técnico, que muitas vezes é negligenciado e contribui para que o empreendimento não prospere. “É preciso ter cuidado para não se encantar apenas com a ideia, sem entender a rotina de empreendedor, que não é trivial, e pode exigir muito mais trabalho”, ressalta.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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      Planejamento e estratégia
    
  
  
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                    Ajustar as rotas da carreira não pode ser um movimento oriundo de atitudes intempestivas, movidas por impulsividade. O planejamento é fundamental, assim como saber usar as ferramentas disponíveis para atalhar o caminho. Um desses recursos é a rede social LinkedIn, focada em negócios e contatos profissionais. A diretora de Carreira Neiva Gonçalves afirma que muitas pessoas alcançaram seus objetivos profissionais usando o LinkedIn de forma estratégica. Ela explica que cada usuário recebe uma nota formada por uma equação que envolve quatro pilares: configuração, posicionamento, estratégia e relacionamento. “A partir do preenchimento dessas categorias, o LinkedIn atribui uma nota para aquele profissional”, esclarece. A importância dessa nota é que ela coloca o perfil em evidência. “Por exemplo, se um recrutador digita ‘jornalista, Porto Alegre’, os profissionais com melhores notas serão direcionados para ele”, explica. Ela reforça que postar com frequência, interagir com os integrantes da sua rede e publicar artigos são exemplos de comportamentos que impulsionam o perfil. Para saber sua nota e como está a sua pontuação em cada pilar, acesse 
    
  
  
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    &lt;a href="https://www.linkedin.com/sales/ssi" target="_blank"&gt;&#xD;
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        aqui
      
    
    
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Outro ponto importante é compartilhar esse momento de dúvidas com a família ou com pessoas próximas. “A pessoa tem que avaliar com seu cônjuge, com seus pais, se terá reserva financeira enquanto não estiver estabelecida para organizar essa situação com segurança”, reforça.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva percebe que o perfil de profissionais que mais buscam ajuda especializada para ajudar no processo de mudança é de pessoas que ocupam cargo de gerência para cima, em especial nas áreas de tecnologia da informação, logística, comercial, marketing, entre outras.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A engenheira e consultora de carreira Angélica Dalla Rosa acredita que definir um novo objetivo profissional pensando somente no dinheiro ou em se livrar do trabalho atual é um erro comum. “Vejo muita gente fazendo transição de carreira e voltando a ficar insatisfeito porque não parou para pensar que a nova área não estava alinhada com seus objetivos e interesses”, avalia.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Não saber o que quer ou querer muitas coisas
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Desejar novas perspectivas nem sempre significa que se saiba qual é o novo caminho que se pretende seguir. A vontade de mudar nem sempre vem acompanhada de uma certeza e por isso se torna fundamental compreender bem o que está se passando naquele momento em que tudo parece nebuloso.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Existe um perfil de pessoas que são as multipotenciais, as quais têm muitos talentos diferentes, gostam e conseguem explorar diversas áreas. “Essas pessoas podem atuar em diferentes frentes de trabalho, posições e atividades simultaneamente”, explica Angélica Dalla Rosa. Ela ressalta que o único cuidado que esse grupo deve ter é com a sua gestão de tempo, tendo claro quais projetos da sua carreira são prioridades e em quais momentos irá se dedicar para cada um deles.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva Gonçalves dá uma dica simples, mas que pode ser muito útil. “Fazer trabalho voluntário na área em que se pensa que tem afinidade”, sugere. Ela explica que ser conselheiro voluntário de uma empresa pode ser um caminho para mostrar o trabalho no local e fazer uma autoavaliação de como é desempenhar aquela função.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A psicóloga Rita Luedke diz que essa situação lembra o livro “Alice no País das Maravilhas”, clássico infantil que conta a história de uma menina curiosa que segue um coelho branco de colete e relógio e que mergulha sem pensar na sua toca, sendo projetada para um novo mundo, repleto de animais e objetos antropomórficos, que falam e se comportam como seres humanos. Rita se refere especificamente ao episódio em que ela pergunta ao gato qual caminho deve seguir e ele responde, que depende de onde ela quer chegar. “Se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve”, afirma Rita.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A psicóloga também enfatiza que se tenha consciência das suas prioridades e relata que escuta muito “isto é prioridade, aquilo é prioridade e aquele outro também é” dos seus pacientes e ressalta que não tem como viver assim. “Quem tem inúmeras prioridades, não tem nenhuma”, afirma. Ela destaca a importância de buscar auxílio de quem possa ajudar a ir organizando as demandas e sentimentos e de conviver com pessoas e situações que façam bem e transmitam segurança.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O psicólogo Ricardo Werner Sebastiani entende que esse momento de ressignificação pode ser acompanhado de orientação profissional. “A psicoterapia não trata apenas de doenças mentais, ela é uma oportunidade para colocar a vida em uma cena reflexiva e decodificar nossas emoções e sentimentos”, elucida.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Para quem quer mudar
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      O que fazer:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      O que não fazer
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Eles mudaram
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Mudar não é tarefa fácil e nem sempre é possível no momento em que se quer. Na história dos profissionais a seguir, é possível notar que a transição não foi abrupta, mas planejada e executada com segurança.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Em transição para a literatura
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
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      Alexandre Beluco é formado em engenharia civil e mestre e doutor em engenharia mecânica, mas a paixão pelas letras fez com que lançasse um livro na mais recente Feira do Livro de Porto Alegre. Foto: Miguel Costa / Divulgação / CP
    

  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O que a área da engenharia e um livro de crônicas têm em comum? Quem pode responder é o professor do Instituto de Pesquisa Hidráulica da Ufrgs Alexandre Beluco, de 51 anos. Embora tenha optado pela área das exatas, ele é formado em engenharia civil e mestre e doutor em engenharia mecânica, a paixão pelo universo das letras sempre o acompanhou. Foi durante a pandemia, com o isolamento e os deslocamentos reduzidos, que ele decidiu dar espaço para o gosto pela escrita: fez a inscrição em um curso para novos escritores. A iniciativa potencializou um desejo que estava adormecido e que começou a tomar forma. Resultado: o lançamento do livro “Energias renováveis, velharias clássicas e uma certa obsessão positiva”, na Feira do Livro de Porto Alegre deste ano.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Com 39 crônicas, o livro aborda a área em que Beluco trabalha há 25 anos, que é o progresso tecnológico. “Falo de energias renováveis, de engenharia, do cotidiano da área como uma tentativa de falar com um público mais amplo, de literatura”, enfatiza.
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                    O escritor, que já tinha muito material escrito produzido, considera que está em fase de transição. Ele vai seguir dando aulas até a aposentadoria, que ainda está indefinida, mas já projeta a literatura para o futuro porque se sente identificado com esse caminho. “Tenho um plano de publicar dois livros por ano até completar dez livros de crônicas e depois partir para a ficção”, adianta. O livro é da editora Metamorfose e está disponível na versão impressa. As vendas, segundo ele, estão boas para um escritor iniciante, que vai adotar o nome Alexandre F. Beluco como escritor. “Vai ter nova impressão em dezembro”, comemora.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      O gerente que apostou no próprio negócio
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      Com 18 anos de experiência na área administrativa e após perder o emprego durante a pandemia, Rodrigo Menna Barreto Oliveira decidiu que iria investir em um negócio próprio. Foto: Mauro Schaefer
    

  
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Com 18 anos de experiência na área administrativa, sendo 14 anos dedicados ao setor automotivo, Rodrigo Menna Barreto Oliveira, 35 anos, atuava havia sete anos em um grupo empresarial do segmento. Nos últimos três anos, estava na função de gerente e tinha um alto salário. O cenário de crise potencializado pela pandemia fez com que a empresa reduzisse gastos e desligasse colaboradores. Foi assim que Oliveira perdeu o emprego. Neste momento, decidiu contratar ajuda especializada para traçar uma nova rota. “Fizemos um projeto onde identificamos oportunidades e riscos e trabalhamos para estruturar um negócio com resultados tranquilos, o que deu certo e já temos resultados superiores.” Ser dono do próprio negócio não estava nos planos do empreendedor, que é graduado em administração, mas aos poucos foi percebendo que esse seria o melhor destino para aplicar o valor recebido na sua rescisão. “A percepção de que antes fazia todo um esforço para receber um percentual e hoje eu recebo 100% foi muito decisivo para mim, fora a questão da autonomia e flexibilidade de horários”, relata.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Assim, o gestor e a esposa montaram uma empresa de personalizados e aluguel de brinquedos infantis, em um espaço na própria casa. No auge da pandemia, ele fabricou muitas máscaras e inovou nas festas infantis. “Alugo brinquedos para as crianças comemorarem os aniversários em casa, já que não podia ter eventos sociais”, recorda. Além do planejamento construído por meio da mentoria profissional, a formação e a experiência em administração foram fundamentais para o negócio prosperar. “É claro que tive receio, mas hoje estou muito satisfeito com a decisão que tomei”, afirma.
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    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      A volta ao mundo corporativo
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
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      Silvia Veridiane Henriques Munhoz trabalhava havia 14 anos em uma multinacional quando quis abrir seu próprio negócio. Porém, a experiência a fez perceber que sentia falta do mundo corporativo, para onde acabou voltando. Foto: Murilo Munhos / Divulgação / CP
    

  
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A paulista Silvia Veridiane Henriques Munhoz trabalhou 14 anos no setor de logística de uma multinacional. Ela entrou como analista e estava na função de gerente financeira quando decidiu dar vazão ao desejo de ser dona do próprio negócio e se preparar para essa realização. Deixou a carreira consolidada e investiu na franquia de um restaurante e delivery de comida chinesa em parceria com o marido. No início, a motivação estava alta. Com o tempo, a falta do trabalho em equipe, do estabelecimento de metas para cumprir e do ambiente corporativo começou a fazer falta. “Eu não me adaptei ao comércio, se tornou algo não prazeroso para mim”, relata. Silvia percebeu que a ideia que tinha concebido sobre empreender não correspondia à realidade. “Sou competitiva e o mundo corporativo, com equipe, metas, é muito mais atrativo para mim.” No entanto, nesse momento, a profissional, que é formada em administração, se sentiu perdida e decidiu buscar ajuda profissional para fazer uma recolocação. “Vim de uma carreira onde trabalhei por 14 anos, não sabia como fazer um currículo, como se portar em uma entrevista e busquei ajuda profissional nesse sentido.”
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                    O investimento deu certo. Em seis meses, Silvia estava recolocada em uma empresa nacional. Começou como coordenadora e logo ascendeu para gerente financeira, atingindo o objetivo que tinha determinado para o seu retorno. “Durante os três anos em que tive o restaurante, nunca deixei de me qualificar”, explica, contando que tem um MBA em controladoria e está concluindo outro em gestão executiva financeira. Com essa experiência, Silvia voltou com “senso de dono”, sentimento que pode ser descrito como a sensação de estar no seu lugar. Mesmo assim, ela aconselha as pessoas a fazerem um planejamento e tentar. “Eu só descobri que o mundo não era o meu, quando eu tentei”, confessa.
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      A jornalista que virou eletricista
    
  
  
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      Para mudar de carreira, a preparação é fundamental. Aline conta que a terapia foi importante para se conhecer e decidir quais caminhos iria seguir. Foto: Guilherme Almeida
    

  
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                    De 2008 a 2014, Aline Simões Trindade, 36 anos, trabalhou como jornalista, passando por veículos de comunicação como rádio, jornal impresso, site e assessoria de imprensa. Durante esses anos, foi percebendo que estava insatisfeita com a profissão e com o mercado. “Eu fiz uma escolha precoce, ainda na infância, mas nunca refleti de fato se era isso que eu queria”, explica. A necessidade de mudança foi ficando mais clara. “Eu estava investindo em algo que não tinha nada a ver comigo”, constatou.
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                    O discernimento foi sendo conduzido com ajuda da terapia. “Começamos a direcionar o tratamento para essa questão”, conta. Foi aí que percebeu que gostava de trabalhos manuais, detalhados. “Eu não decidi de primeira pela elétrica, antes pensei na hidráulica, massoterapia, pintora”, lembra. Mas foi um problema de elétrica na própria casa que deu a resposta procurada. “Chamei um eletricista e ele disse que tinha que trocar tudo e eu não gostei da resposta”, disse. Aline foi pesquisar na Internet e descobriu que o seu problema era algo simples, o qual ela mesma resolveu. Os estudos sobre a área despertaram o interesse e ela se matriculou no curso básico do Senai. “Eu me apaixonei e decidi estudar mais para trabalhar com mais segurança, o que me fez fazer o curso técnico na Escola Técnica Estadual Parobé”, conta.
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                    Desde 2015, ela atua na nova profissão. A transição de carreira foi tranquila porque ela já estava em terapia, base que ela considera fundamental, e tinha reserva financeira. “Eu me preparei para não passar dificuldades”, explica.
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                    Arrependimento é uma palavra que não encontra morada no sentimento da eletricista. “Correspondeu à minha expectativa porque vejo como uma troca, eu entrego e recebo satisfação ao resolver o problema do cliente com diálogo, entendimento, sem querer cobrar caro, mudar tudo, mas de forma justa para ambos”, avalia. Hoje, ela resolve de uma troca de tomada até projetos de fiação de uma casa.
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                    Mais difícil que a transição, é ser mulher em uma profissão composta majoritariamente por homens. “Passei e passo por situações em que ser uma mulher jovem trabalhando com elétrica não passa credibilidade, chegando ao extremo de não me deixarem acessar o relógio de um prédio por ser mulher”, relata. Aline acrescenta que essa reação também ocorre de forma sutil como, por exemplo, quando conta a profissão, ouve como resposta comentários como “mulher, eletricista?”. Mas Aline não se intimida e segue firme, feliz e orgulhosa da sua profissão.
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      Ex-bancário criou marca de roupas femininas
    
  
  
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                    Ele é o segundo dos seis filhos de um casal de agricultores de Três Passos, cidade do interior gaúcho. O pai, que plantava milho e soja e tinha uma granja de suínos, era ativo e atuante como líder comunitário. “Era procurado para resolver os problemas das pessoas próximas.” A mãe, embora não fosse profissional, era costureira de mão cheia. “Desde pequeno via minha mãe e as tias fazendo as roupas da família para festas da comunidade, da igreja, batizados, casamentos, aniversários, eventos que aconteciam com certa regularidade e para os quais toda família era convidada.” O burburinho na hora de tirar medidas, a textura dos tecidos e a movimentação e euforia em torno dos modelos povoam as lembranças mais fortes de infância. Na cabeça do menino de 5 anos, ele também tinha que exercer uma função naquela dinâmica: começou a fabricar pequenos brinquedos. “Montava carrinhos em cima dos carretéis de madeira das linhas que minha mãe usava na costura.” As recordações não estão apenas no sentimento, mas também nas cicatrizes presentes nos dedos das mãos, que muitas vezes foram cortados enquanto fabricava os próprios brinquedos.
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                    Essa é a história de Alcides Debus, 66 anos, fundador de uma marca de roupas que nasceu em 1987 e hoje tem 25 lojas no Rio Grande do Sul, um e-commerce e mais três franquias, inclusive em Natal, no Rio Grande do Norte. Embora pareça que Debus tinha consciência de sua aptidão para o ramo da moda, ele trilhou outro caminho antes de criar a marca.
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      Ex-bancário concursado, Alcides Debus é fundador de uma marca de roupas femininas e tem uma rede com 25 lojas no Rio Grande do Sul, além de e-commerce e mais três franquias. Foto: Guilherme Almeida
    

  
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                    Aos 12 anos, decidiu que queria estudar no colégio interno, na cidade de Três de Maio. “Fiquei dos 13 aos 17 anos estudando três turnos por dia”, conta. Aos 18 anos, fez um concurso público para a CEEE, onde ficou por três anos. Aos 21 anos, a possibilidade de ser escriturário da Caixa Econômica Federal fez com que Debus enfrentasse novo certame público. Mais uma vez foi aprovado, no mesmo ano em que passou no vestibular para o curso de Administração com habilitação no Comércio Exterior. “Neste ano, 1977, vim para Porto Alegre”, relembra.
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                    Trabalhar no banco despertou seu “DNA para moda”. Neste ambiente, notou que as colegas não tinham muitas opções para se vestirem com elegância para aquela época e espaço. “Um dia, uma colega foi mandada para casa para trocar de blusa porque o chefe e alguns colegas acharam que ela estava vestida de forma inadequada, fato que despertou várias ideias dentro de mim”, revela. Debus começou a fazer roupas e levar para a agência. “Todas as vezes voltava com a sacola vazia e vários cheques no bolso”, relembra, contando que foi assim que percebeu que tinha certa facilidade para criar e desenvolver modelos.
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                    Ele conta que a transição de carreira durou dez anos. Quando optou por se tornar empreendedor, já tinha duas lojas, cuidadas pela ex-esposa, com quem teve quatro filhas (ele é pai de seis filhos, dois deles são gêmeos do atual relacionamento). No momento em que decidiu abandonar a estabilidade financeira e a progressão de carreira, sentiu receio, mas não o suficiente para que permanecesse na atividade. “Apesar de ter um certo medo, eu tinha muita segurança do que estava fazendo, tinha planejado isso, não foi de uma hora para outra”, relembra.
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A busca pela qualificação é constante e a vontade de ampliar o conhecimento é quase uma obstinação. “Estou sempre fazendo cursos, pesquisando na Internet e viajando para aprender sempre mais”, disse. De todas as funções, a que causa brilho nos olhos é desenhar e produzir os modelos. “Participo de todo processo, mas o que eu gosto mesmo de fazer é de criar as roupas”, salienta o empresário, que já foi presidente da Câmara dos Dirigentes e Lojistas e condecorado com a Medalha Mérito Farroupilha. Como bom empreendedor, o futuro já está planejado. “Abrir para mais franquias e investir na licença da marca”, projeta.
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                    A reportagem especial sobre mudança de carreira, entrevistamos a psicóloga da Secretaria Estadual de Saúde do RS, colaboradora da Comissão da Psicologia Organizacional e do Trabalho (CPOT) do Conselho Regional de Psicologia (CRPRS) e consultora organizacional. Utilizamos alguns trechos dessa entrevista, que está completa para ajudar no melhor entendimento dessa questão.
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      CP – Quais sintomas psicológicos são mais comuns e indicam que a pessoa está insatisfeita com o trabalho?
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
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      Rita – Depende de cada pessoa e do quanto ela se conhece, como se percebe no contexto em que vive. Irá identificar essa insatisfação como algo pontual ou algo generalizado? O “sinal de alerta” mais comumente reconhecido é o desconforto, embora nem sempre ele seja percebido assim: por vezes é uma situação que chateia, noutras é o percurso que passou a ser difícil (quando antes não o era), o salário, a desmotivação quanto a realizar o que se propõe a fazer, a valorização que deveria ter ocorrido e não aconteceu, enfim… várias ações que poderiam/deveriam ter sido feitas, seja pela pessoa, seja colegas/chefias/mercado, mas que não ocorreram (ou, se existiram, não obtiveram o resultado desejado e, por consequência, não “geraram” o sentimento” que era esperado ou desejado na pessoa). Gera frustração e a frustração gera insatisfação.
    
  
  
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    &lt;/em&gt;&#xD;
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      Aqui é importante termos claro que nem sempre a insatisfação está apenas no trabalho – às vezes é consigo próprio e também com seu desempenho profissional, por consequência. Por vezes,há outras questões envolvidas, como por exemplo: conflitos familiares e/ou financeiros, que independem do trabalho propriamente dito, mas dependem de uma melhor organização dos recursos financeiros oriundos dele.
    
  
  
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    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Os sinais de insatisfação podem manifestar-se de inúmeras formas: alterações de humor, irritabilidade constante, pouca paciência, alteração no sono (muito/pouco/sonhos/ insônia), alteração no apetite (muito/pouco), baixa tolerância à frustração nos mais variados momentos (pessoas explosivas por alguma situação que não justifique esta atitude), automedicação como forma de se manter “bem”, álcool com frequência (seja para “aguentar” as demandas seja para “relaxar” um pouco), uso frequente de drogas (principalmente para se manter focado, ligado, produtivo), oscilações nos relacionamentos pessoais, alteração da libido, isolamento, tristeza e tantos outros que nem sempre identificamos como associados ao significado do momento de vida daquela pessoa. Certamente que os sinais acima não necessariamente estão associados à insatisfação profissional: faz-se necessário que se avalie, profissionalmente, caso a caso para que possamos validar o “nexo causal” (fatores que causam algo e o efeito naquela pessoa) no contexto atual.
    
  
  
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      CP – Como agir para evitar que o estado emocional se agrave e interfira nas escolhas?
    
  
  
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      Rita – Buscar identificar ao máximo o que está ocorrendo e ser muito honesto consigo mesmo. Talvez você não goste da resposta, mas precisa obtê-la para decidir o que fazer com ela. Falo aqui de autoconhecimento e isso inclui situar-se realmente no aqui e agora, suas responsabilidades, seus papéis, se você gosta do que se tornou ou se não está satisfeito com você. Uma conversa franca consigo mesmo é fundamental aqui. Conecte-se com seu eu; este é um exercício que só você pode fazer. E não há problema algum em perguntar a opinião de pessoas que te cercam, desde que você considere as respostas e não as use para se justificar. A visão que os outros têm de nós muitas vezes nos surpreende, desaloja, nos tira da zona de conforto, concorda? Então, tentamos explicar que o outro está equivocado, ao invés de tentarmos identificar, em nós, o que fizemos para o outro pensar/sentir assim, não é mesmo? Na maior parte das vezes é assim e não há problemas, desde que você respeite o outro e a si próprio.
    
  
  
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      Outra alternativa é buscar profissionais que possam te auxiliar a lidar com as próprias emoções e os efeitos delas em você e nos seus relacionamentos, inclusive profissionais. Quanto mais você postergar a decisão rumo ao autoconhecimento, mais você vai andar por aí, encaixando-se em situações que podem parecer escolhas suas, mas que nada mais são do que, realmente, falta de opção. E quem foi que te colocou nesta situação? Você!
    
  
  
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    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      CP – O que provoca no estado psíquico se manter em um trabalho o qual não se quer mais ficar?
    
  
  
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – Veja bem, quando se fala em “um trabalho que não se quer mais ficar” eu entendo que por vezes, o significado daquele trabalho vai muito além. Há pessoas para as quais trabalhar é prioridade de vida, não conseguem se ver sem trabalho, não acreditam que possam existir sem trabalhar – e isto não tem a ver só com o salário. Tem muito mais a ver com o significado de estar trabalhando naquele lugar, naquela função, estar ativo no mercado, no status que isto traz, do que propriamente no que significa em termos de gratificação. Por exemplo: “como posso não querer estar aqui, trabalhando, quando….” (e por aí seguem inúmeras justificativas que sustentam um profissional estar em um trabalho que não quer mais ficar, mas que se vê tão parte de si que nem consegue se imaginar diferente). Ou “veja onde cheguei, tudo o que tive que aguentar para chegar aqui, tanto que abri mão … e que agora olho para trás e vejo que faria muito diferente, mas… como vou dizer isto? Serei julgado e criticado. Não, melhor continuar aqui que é conhecido e sei como lidar”. Não estamos aqui para definir o que é certo ou errado e sim para dizer que você não está sozinho e que talvez não estejamos falando só do significado do seu trabalho para você, mas principalmente para esta imagem que você criou para si e para quem te cerca – imagem que você se encarregou de manter, custe o que custar, certo?
    
  
  
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Por outro lado, há aqueles que acreditam que uma pessoa não fica, de fato, onde não quer mais ficar. Se ela está ali, é porque ainda quer, ainda acredita que pode mudar, que algo pode acontecer para melhorar. Veja bem: a questão aqui volta a centrar-se na pessoa: falamos em ela querer mudar de atividade/tarefa (fazer outras atividades) ou em mudar o trabalho em si (gostaria de continuar no local, na atividade, mas que algumas coisas lá mudassem)? Porque dependendo da resposta, muda tudo. Se ela quer ousar, tentar coisas novas, desafiar-se, a motivação toma a frente. A energia impera. Não há dificuldades (pelo menos a pessoa, inicialmente, não as identifica). Seu sentimento é de conquistas. Por outro lado, se deseja que o trabalho onde está mude, percebe-se como passiva, incapaz de gerar movimento, descrente, delega ao externo a responsabilidade por sua motivação ser reativada novamente, desvalorizada em seu saber e em seu fazer. Novamente não há certo ou errado, e sim formas de perceber as relações que se estabelecem entre ser humano e seu trabalho, nos mais variados momentos de vida.
    
  
  
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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      E, em outros tantos momentos, onde a pessoa realmente não quer estar mais ali e necessita por outros tantos fatores externos, identificamos constrangimento, sentimentos de evitação quanto à participação em atividades grupais (busca por situações de isolamento ou atividades individuais), desgaste nas relações (inclusive na relação consigo mesmo), desmotivação quanto a ir ao trabalho ( e também de voltar para casa), situações de evitação em relação a expor sua opinião nas mais variadas situações cotidianas – e isto literalmente “consome o ser humano” visto ocorrer a desvalorização de si próprio, descrença na própria capacidade de inovar/propor algo, despersonalização, medo, tristeza, depressão.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      CP – Como conter as emoções quando não é possível mudar, pelo menos naquele momento?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – Dar-se conta do que está ocorrendo aqui e agora. E ter claro que não é somente sobre você e sim vai além de você: é um processo. Nem sempre as coisas acontecem como, onde e quando queremos não é verdade?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      No decorrer do nosso crescimento enquanto ser humano, quantas vezes levamos “nãos” das pessoas e da vida, seja de forma verbal ou não verbal? Inúmeras, concorda? E cá estamos, continuamos andando, com inúmeras frustrações nesta história, mas com muitos risos e boas lembranças também.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Embora muitas situações não pareçam mudar, a forma como cada um de nós as encara e/ou vivencia é diferente. E talvez o desafio esteja em descobrir novas oportunidades na situação atual, que inicialmente parecia limitadora do seu desejo de mudança, mas pode ser um estímulo e tanto à sua criatividade ou até mesmo reforçar ainda mais sua decisão de que você não quer alongar esta relação “mais do que o necessário”.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Ao refletir sobre a realidade, tanto de forma individual quanto coletivamente, a compreensão sobre os efeitos da atual situação são ampliados (e alguns de nós talvez percebam coisas “óbvias”, que estavam ali, mas somente agora se tornaram “visíveis”), a capacidade de enfrentamento por consequência também-se amplia de forma significativa e surgem novas opções para que sejam atenuados os efeitos momentâneos, em nossas vidas.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      CP – O que é a síndrome de burnout?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – Conforme o Manual de procedimentos para os serviços de saúde: doenças relacionadas ao trabalho, do Ministério da Saúde, 2001, a sensação de estar acabado ou a síndrome do esgotamento profissional é uma resposta longa do organismo a fatores que o estressam (tanto emocionais como interpessoais) no trabalho. As relações humanas (incluindo a ausência delas) é fator de muita relevância no contexto laboral, não há como negar isto. Trabalhamos com colegas, fornecedores, clientes/pacientes e tudo o que estes relacionamentos trazem consigo, então ao não perceber sentido ou haver sobrecarga nestas relações, ocorre o automatismo e não percepção (por vezes entendido como desinteresse) em relação ao seu fazer, tanto na tarefa em si quanto no impacto desta. O julgamento fica comprometido, não intencionalmente e sim pela pessoa não ter condição nenhuma nem de cuidar de si próprio, quanto mais de dar conta de suas responsabilidades laborais, percebe? Não há “razão e nem significado”, e assim ocorre o esvaziamento do sentido daquilo que se faz, como uma “queima”, uma redução a cinzas, daquilo que um dia se foi e/ou fez algum sentido. Entretanto a vida segue, e este profissional sequer percebe isto… não por opção, mas sim porque também precisa de ajuda, e imediata.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Na maior parte das vezes, burnout está associado a estresse laboral, entretanto a recíproca não é verdadeira.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      A literatura científica nos traz informações preciosas sobre epidemiologia e fatores de risco de natureza ocupacional conhecidos como potencializadores em relação ao esgotamento profissional. Por outro lado, cotidianamente escutamos muitas pessoas usando o “eu estou com burnout”, “fulana está com burnout” de forma equivocada. As questões de “autodiagnóstico pelo google” não são estimuladas e nem validadas na prática, visto cada pessoa ter uma história de vida e constatarmos que no ambiente laboral, situações que impactam de uma forma em um indivíduo podem impactar de forma totalmente diferente em outro. A síndrome de burnout é reconhecida pelo Código Internacional de Doenças (CID) 10 com o código Z73.0 e existem pré-requisitos para que um indivíduo seja diagnosticado com esta doença. Sim, trata-se de uma doença, logo, pressupõe necessidade de avaliação multidisciplinar e tratamento personalizado adequado (que inclui psicoterapia, tratamento farmacológico prescrito e monitorado bem como intervenções psicossociais).
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Ainda, importante destacar neste momento que o diagnóstico de burnout a um trabalhador não diz respeito apenas a ele, mas também ao seu contexto pessoal e profissional – focando neste último, deve sinalizar à organização uma investigação da situação de trabalho onde possa atuar de modo corretivo e/ou preventivo em relação aos seus trabalhadores, focando na organização e significado do trabalho em si, para aqueles que dela fazem parte .
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      CP – Quais dicas para manter o controle emocional?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – Controle emocional é algo muito pessoal, nem sempre o que gera bom resultado para uma pessoa, o fará para outras. Neste quesito, respeito consigo mesmo e com suas crenças são fundamentais, independente da validade alheia. Por exemplo: uma pessoa prefere meditar antes do enfrentamento de situações que lhe parecem ameaçadoras, outra pessoa acredita que orar lhe trará forças e segurança de que não está só naquele momento, e outra ainda pode ter certeza de que o controle da respiração trará os sentimentos de que tanto necessita. Tecnicamente, enquanto profissional da área da Psicologia, tendo a reforçar que a questão do autoconhecimento é fundamental aqui: conhecer e aceitar seus pontos de fragilidade, fazem parte de seu desenvolvimento, da sua trajetória. Ninguém é forte, correto, perfeito o tempo todo. Não se exija demais. Se reconheça como sendo você mesmo e, se precisar de ajuda, saiba onde buscar (ter uma rede de apoio é de muita importância para se sentir seguro, aceito, cuidado. Se você ainda não tem, identifique/construa a sua, com brevidade).
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      CP – Como fazer essa mudança estando em “paz”?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – Entender que autoconhecimento e automonitoramento fazem parte do processo. Isso não quer dizer que você precisa se robotizar, mas sim,reconhecer que fez e fará erros e acertos, tomou decisões que te trouxeram tristezas e alegrias, arrependeu-se e aplaudiu-se em muitas decisões e cá está. Você fez o melhor que podia naquele momento, com os recursos que tinha. Você é humano e vai continuar sendo. E é aí que está seu valor: na sua trajetória de vida e isto não inclui só o seu profissional, mas você por inteiro. Entenda que você é muito mais do que suas atividades e suas responsabilidades profissionais.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Em muitas situações no trabalho, o virtual permite que fisicamente você possa estar onde quiser estar, em qualquer lugar do mundo; em outras situações se faz imprescindível estar presencial, e está tudo bem. Nenhuma é mais ou menos, são diferentes e ambas importantes. O desafio aqui é internamente: você esteja onde deseja estar também, aí dentro, dentro de você! Porque você não estará “em paz”, estando em um lugar e querendo estar em outro.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Novamente trago a importância de reavaliar as prioridades e as suas bases de vida: se isto estiver conectado, você está em paz para a mudança.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      CP – Como saber a hora certa de mudar?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – A hora em que ir faz mais sentido do que ficar. E isto é uma decisão muito particular, depende de cada pessoa e de seu momento de vida. Não é simples e sim muito complexo, há repercussões com certeza e são estas repercussões que na maior parte das vezes, interferem na decisão. Acredite!
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Fundamental considerar que o caminho pode te trazer surpresas, desafios, gratificações e frustrações, mas que você está disposto a ousar, se experienciar. Não tem receita de bolo. Às vezes ocorrem opções: você escolhe ou é escolhido, seja para sair ou ingressar de/em algum lugar; noutras vezes não: você aceita o fluxo, de forma passiva e entende que “a vida é assim”… Novamente aqui o importante não são os elogios ou críticas, e sim, se dar conta do quão conectado cada um está consigo, ou não e, a partir desta constatação, agir.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      De forma ampla, as pessoas tendem a ter um bom sentimento onde identificam seus valores reconhecidos ou se reconhecem nos valores que lhe estão sendo apresentados: há conexão, afinidade – por exemplo: trabalhar em sua casa ou mais perto de casa; ter uma jornada de trabalho mais flexível; poder aprender novas atividades e talvez desenvolver habilidades; ter uma nova organização pessoal e familiar e outros tantos.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      A forma como as pessoas vão se relacionar com seu novo trabalho e suas perspectivas de futuro profissional, são pessoais, não há como padronizar. E também não nos cabe julgar as opções/necessidades de cada um. Ao optar, não quer dizer que as pessoas vão obter o que desejam, mas quer dizer que estão abertas a experimentar, vivenciar, decidir sobre sua trajetória profissional. Ocorrerão erros e decepções, sim, é fato. Mas faz parte do processo, como teclei anteriormente.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Ser protagonista da sua vida requer considerar que a caminhada tenha subidas e descidas, curvas e retas, e que se deseja trilhar o caminho.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      CP – Quando a pessoa não sabe o que quer, o que se aconselha fazer?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – Esta pergunta me lembra Alice no País das Maravilhas quando ela pergunta ao gato qual caminho deve seguir e ele responde: depende de onde você quer chegar. Porque é fato: se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      É importante que identifique suas prioridades. Como Psicóloga escuto muito: “isto é prioridade, aquilo é prioridade e aquele outro também é” – simplesmente não tem como viver assim. Quem tem inúmeras prioridades, não tem nenhuma. Então, busque auxílio de quem pode te ajudar a ir organizando as demandas e sentimentos, o “novelo todo enrolado”, de pessoas e situações que te façam bem, que te façam sentir-se seguro, que te permitam se reconectar com o seu “eu” de base – porque ele pode estar bem lá no fundo, mas ele está aí, e você sabe disto.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Outra ação importante é evitar tomar decisões quando a dúvida estiver presente. Certezas podem ser difíceis em muitos momentos, é verdade, mas convém você prestar atenção em si próprio e se reconhecer na sua decisão e nos impactos que ela poderá trazer (tanto a você quanto àqueles que lhe são queridos). Poder contar com pessoas nas quais você confia e ter auxílio profissional qualificado te permitem sentir maior segurança e respaldo nas suas decisões. Tenha claro que os impactos das mudanças podem ser inúmeros, não há como prever – o que podemos fazer é lidar com eles, da melhor forma que nos for possível.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      CP – Pessoa com múltiplas habilidades, que não sabe qual caminho seguir, o que é indicado?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Rita – Se falarmos em pessoas superdotadas, sabemos que a rotina geralmente é desmotivadora e o desafio está em mantê-los em um fluxo constante, considerando que em muitos momentos simplesmente este fluxo não faz sentido a eles. Seja no âmbito profissional ou interpessoal. Aqui é importante acompanhamento profissional qualificado, para que sintam-se aceitos e integrantes nos mais variados grupos ao longo da vida, respeitando suas características individuais.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Se falarmos das gerações Y e Z, o enfoque é outro: também não se sujeitam a atividades que não fazem sentido a eles, logo precisam estar realmente envolvidos no fluxo da atividade (de onde vem, o que acontece e para onde vai). Porque o que fazem não é simplesmente “aquilo ali” (se for, não o farão por muito tempo). Pessoas com múltiplas habilidades são curiosas, gostam de desafiar-se e são ousadas, por vezes são inquietas – ansiosas até (não falamos aqui de ansiedade patológica), não gostam de conversas longas horas preferindo a objetividade, são direcionados para a ação. Não estão presas às noções de tempo e espaço e de horários rígidos: seus objetivos os fazem envolverem-se por horas a fio em uma demanda, caso julguem necessário. Ao ter dúvidas sobre qual caminho seguir, buscam optar por situações que tenham afinidade com suas experiências de vida, com seus valores e com aquilo que gostam – veja bem, não se trata de egoísmo e sim de pontos de referência, de identificação, onde o seu “eu” se reconhece e a pessoa se permite ir além, desde que, como dito anteriormente, isto faça sentido para ela).
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/Mudar-de-Caminho-300x117.jpg" length="5004" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 20 Nov 2021 12:08:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-mudar-de-caminho</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/Mudar-de-Caminho-300x117.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Saúde Mental no Trabalho: Neurociência impacta na saúde da organização segundo estudo</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-no-trabalho-neurociencia-impacta-na-saude-da-organizacao-segundo-estudo</link>
      <description>Success People e terra.com.br Saúde Mental no Trabalho: Neurociência impacta na saúde da organização segundo estudo Segundo uma pesquisa realizada pela FGV o sentimento de raiva aumentou 4,2 a mais no Brasil do que restante do mundo. A FGV Social (Fundação Getulio Vargas) lançou uma pesquisa sobre Bem-Estar Social antes e durante a pandemia e...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/neurociencia-impacta-na-saude-da-organizacao-segundo-estudo,4866e8a24303dc434392b7a3cafdb24a5juf42bx.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Saúde Mental no Trabalho: Neurociência impacta na saúde da organização segundo estudo
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    Segundo uma pesquisa realizada pela FGV o sentimento de raiva aumentou 4,2 a mais no Brasil do que restante do mundo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A FGV Social (Fundação Getulio Vargas) lançou uma pesquisa sobre Bem-Estar Social antes e durante a pandemia e seus determinantes. O forte aumento da desigualdade trabalhista ao longo da década, nos 4 anos que se seguiram a grande recessão brasileira de 2015 seguida de lenta retomada, a desigualdade teve um salto de 0.3 centésimos acrescidos de mais 0.3 durante a pandemia, o que se constitui um grande salto, terminando o primeiro trimestre de 2021 com o maior índice de desigualdade trabalhista da série histórica.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/1455568392-415f4ece-33b2-4ca0-979a-738199d0623f-300x200.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Com esta pesquisa indo a medidas subjetivas de bem-estar, resultado de respostas diretas das pessoas sobre suas vidas com uma nota de avaliação numa escala de 0 a 10, o Brasil tem uma queda de 0,4 pontos desde o início da pandemia, chegando a 6,1 o menor ponto desde 2006.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Felicidade é uma palavra que se origina do termo grego: “phyo”, que tem como significado “produzir”, de acordo com o dicionário etimológico de 2015. O seu conceito tem sido tema de estudos do campo da filosofia, durante décadas, e, atualmente, é debatido por estudiosos e especialistas das áreas de recursos humanos e de neurociência em relação ao seu impacto direto no profissional inserido no mercado de trabalho.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A ausência de felicidade no trabalho e o acúmulo de estresse, são fatores, que podem causar a Síndrome de Burnout – oficializada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como doença crônica, deve entrar em vigor em 2022. A síndrome causa sensação de esgotamento e reduz a eficácia profissional.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A infelicidade impacta diretamente o mercado de trabalho. Neiva Gonçalves, Diretora de Carreira da Success People, empresa de desenvolvimento pessoal, comenta que a relação entre felicidade e trabalho impacta diretamente a organização: “Estresse no trabalho, o que inclui absenteísmo, presenteísmo (estar na empresa com a cabeça em outro lugar), desmotivação, doenças, afastamentos, acidentes e conflitos interpessoais impactam diretamente a saúde e o resultado das organizações. Muitas vezes a queda de produtividade e de lucratividade está diretamente relacionada ao Bem-Estar do funcionário e as organizações não se comprometem em promover ações para produzir felicidade em seu grupo, gerando insegurança, negativismo e desânimo dentro da corporação”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Ainda segundo a pesquisa realizada pela FGV, entre as emoções sentidas em quantidades relevantes, sobe de 19% em 2019 para 24% em 2020, a sensação de raiva. Uma mudança de 5 pontos de porcentagem. No mundo este avanço foi de 0,8% pontos percentuais. Ou seja, a raiva aumentou 4,2 pontos percentuais a mais no Brasil, durante a pandemia, que no resto do mundo. Acompanhada por preocupação, stress e tristeza que subiram respectivamente 3,6, 2,9 e 2,2 pontos percentuais a mais no Brasil do que nos outros países.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Luciano Mello, Presidente da Neuro Success — empresa de desenvolvimento de felicidade corporativa — afirma que as mudanças alteram percepções: “Gestão de tempo para aferição de felicidade pode mudar o cenário de uma organização. A felicidade e o bem-estar social são fatores que interferem na felicidade no trabalho e está associada diretamente a produtividade. A remuneração não é nem de longe o fator primordial para a felicidade de um profissional. Propósito de vida, planejamento de carreira dentro da empresa e a implementação de técnicas metodológicas de motivação, podem ajudar e muita a saúde financeira e a sustentabilidade de um negócio”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de saúde mental no trabalho, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 21 Oct 2021 12:57:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-no-trabalho-neurociencia-impacta-na-saude-da-organizacao-segundo-estudo</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira: Novas tecnologias impactam o mercado de trabalho e novas profissões surgem</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-novas-tecnologias-impactam-o-mercado-de-trabalho-e-novas-profissoes-surgem</link>
      <description>Success People e terra.com.br Transição de Carreira: Novas tecnologias impactam o mercado de trabalho e novas profissões surgem Com a pandemia do novo coronavírus milhares de pessoas perderam o emprego. As empresas estão cada vez mais dependentes da automação proporcionada por ferramentas tecnológicas Esta semana a Secretaria de Transportes Metropolitanos anunciou o fechamento das bilheterias...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/novas-tecnologias-impactam-o-mercado-de-trabalho-e-novas-profissoes-surgem,926e975bcf71ac66c1abb333934f1bbdk47hukyf.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Transição de Carreira: Novas tecnologias impactam o mercado de trabalho e novas profissões surgem
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    Com a pandemia do novo coronavírus milhares de pessoas perderam o emprego. As empresas estão cada vez mais dependentes da automação proporcionada por ferramentas tecnológicas
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Esta semana a Secretaria de Transportes Metropolitanos anunciou o fechamento das bilheterias do Metrô e da CPTM e a realocação dos funcionários. Segundo a Secretaria, esta mudança provocará uma economia de mais de 100 milhões de reais por ano.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/1400047200-5c29902e-85a1-44ad-a5cf-e95d2b021829-300x229.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.ibge.gov.br/indicadores#desemprego" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      IBGE
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    ), divulgou em 31 de agosto  uma pesquisa demonstrando que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 14,1%, no 2º trimestre de 2021, atingindo 14,4 milhões de brasileiros. A pesquisa mostra uma pequena queda de 0,6% em relação ao 1º trimestre, este índice é alarmante. Em um levantamento feito pelo Austin Rating a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil deve ficar na 14ª posição dos países com a maior taxa de desemprego do mundo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Com a pandemia do novo coronavírus milhares de pessoas perderam o emprego. As empresas estão cada vez mais dependentes da automação proporcionada por ferramentas tecnológicas. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) revelou que o mercado de TI (Tecnologia da Informação) deve criar 420 mil novas vagas até 2024. A estimativa de especialistas é que, devido à falta de qualificação no mercado de tecnologia, 150 mil vagas não serão preenchidas. Para a Brasscom existe um déficit de 24 mil profissionais especializados anualmente no Brasil.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O professor Luiz Antônio Joia, Doutor em Ciências e Engenharia de Produção docente da FGV (Fundação Getulio Vargas), apresentou uma reflexão sobre o paradoxo da automação: “Na virada do século 20, os Estados Unidos empregavam cerca de 90% de sua população ativa na área de agricultura e pecuária. Este número hoje está por volta de 2%. Estas pessoas se deslocaram para a manufatura, que também foi automatizada. O próximo setor de serviços sofreu a maior automação de todos os tempos e agora estamos diante do paradoxo da automação: de que adianta automatizar tanto o mundo se estamos desempregando tantas pessoas e desempregados não consomem. Iremos no futuro produzir para quem?”. O professor também comentou o lado positivo que a tecnologia pode oferecer: “não usamos a tecnologia para tomar decisões importantes e nos surpreendemos quando ela falha. A tecnologia, pelo lado positivo, retira dos seres humanos tarefas desagradáveis de serem feitas, que não agregam em nada. O lado negativo é que a tecnologia não nos ajuda a tomar decisões”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Um estudo de Oxford afirma que cerca de 700 ocupações correm o risco de ser extintas na próxima década devido ao uso da tecnologia. Segundo o professor isto sempre existiu, datilógrafos, perfuradores de cartões, inúmeras profissões do passado foram extintas e novas surgiram. A diferença nos dias de hoje está na aceleração. “Uma das funções mais importantes do século 21 é criar significado. Estamos sentados em montanhas de dados e não sabemos o que fazer com isso. Precisamos refinar esses dados, gerar informação, produzir conhecimento, extrair significado e agir. Um analista de informação, minerador de dados, certamente é uma pessoa que o futuro necessita”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Luciano Mello, Presidente da 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.successpeople.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Success People
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     — empresa de desenvolvimento pessoal que atua em território nacional e internacional — pontua como a tecnologia surge auxiliando empresas durante a crise: “A tecnologia é um recurso que agiliza processos, diminui as distâncias e reduz custo, neste cenário amplia possibilidades”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva Gonçalves, Psicóloga, Diretora de Carreira na Success People, que atua há 20 anos na área de Recursos Humanos assessorando executivos na recolocação profissional no mercado de trabalho, comenta como a inteligência humana pode superar o avanço tecnológico: “a mão de obra humana escapa da extinção devido à empatia. Softwares não possuem criatividade e pensamento crítico ou flexibilidade cognitiva. Robô não possui empatia, não cria, apenas reproduz algoritmos. Os seres humanos são mais inteligentes. É notório o crescimento das profissões nas áreas de criatividade”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/1400047200-5c29902e-85a1-44ad-a5cf-e95d2b021829-300x229.jpg" length="15480" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 13 Oct 2021 11:59:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Recolocação no Mercado de Trabalho: Estudos revelam perspectivas para o trabalho remoto ou híbrido</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/recolocacao-no-mercado-de-trabalho-estudos-revelam-perspectivas-para-o-trabalho-remoto-ou-hibrido</link>
      <description>Success People e terra.com.br  Recolocação no Mercado de Trabalho: Estudos revelam perspectivas para o trabalho remoto ou híbrido De acordo com a Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise covid-19 – 46% das empresas adotaram o modelo de trabalho home office O trabalho remoto foi a solução mais eficaz encontrada para as empresas no momento pandêmico....</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/estudos-revelam-perspectivas-para-o-trabalho-remoto-ou-hibrido,d92de2f7aa4efa4e57c0a81bee2bb1d4fc8ilmvx.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
        
                        
      
      
         
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Recolocação no Mercado de Trabalho: Estudos revelam perspectivas para o trabalho remoto ou híbrido
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    De acordo com a Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise covid-19 – 46% das empresas adotaram o modelo de trabalho home office
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/148357572-568cc5c4-88c3-476a-841d-d5e79b4834f4-300x200.png" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O trabalho remoto foi a solução mais eficaz encontrada para as empresas no momento pandêmico. Um meio de manter os colaboradores conectados e disponíveis. De acordo com a Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise covid-19 – 46% das empresas adotaram o modelo de trabalho home office. No começo grande parte dos trabalhadores encontrou dificuldades para se adaptar com o modelo de trabalho à distância. Computadores preparados para a demanda de trabalho, espaço adequado em casa para transformar em escritório, conciliação entre horários da rotina domiciliar e comercial foram alguns dos desafios. Em contrapartida, 94% das empresas entrevistadas, relatam terem ficado surpresas com a funcionalidade do trabalho remoto. Um meio de economizar energia, internet, VT (vale-transporte) e tempo. Enquanto os funcionários levavam até 1 hora de deslocamento para chegar ao escritório, o trabalho remoto demanda apenas o tempo de ligar o computador para iniciar o trabalho.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Fabiana Herculano é especialista em Desing Thinking e em comunicação, trabalha como assessora de inovação do Linkedln e destaca o trabalho híbrido como o futuro das organizações: “O futuro é o trabalho híbrido. Não é sobre mudar o local de onde se trabalha, mas sobre como se trabalha. Profissionais e empresas precisarão atualizar suas capacidades tecnológicas e culturais. É hora de repensar jornadas e experiências digitais eficazes e acessíveis para colaboradores e clientes”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O Secretário de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Cristiano Heckert, aponta a diminuição do custo mensal devido à nova modalidade de trabalho: “Parte dos servidores está em teletrabalho desde o início da pandemia. Fizemos o acompanhamento mensal dos gastos de custeio e verificamos a diminuição em itens como diárias, passagens e despesas com locomoção, e, também com energia elétrica, água e esgoto”, é devido as estas facilidades proporcionadas pelo trabalho remoto que algumas grandes empresas como Twiiter, Petrobras, Hype50+ afirmam que manterão o modelo de trabalho mesmo pós pandemia.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Coordenar o trabalho remoto ou híbrido pode ser mais difícil do que parece. Para evitar as armadilhas do trabalho virtual é necessário realizar um planejamento estratégico principalmente no que se refere à liderança e gerenciamento. Em um ambiente com facilidade de dispersão e perda de engajamento dos colaboradores, presenciamos grandes empresas como o Yahoo!, juntamente com sua CEO Marisa Mayer, encerrar o trabalho remoto em 2013 alegando que as desvantagens do trabalho virtual em escala superaram os pontos positivos. No mesmo ano a HP Inc. declarou a necessidade de implementar estratégias para também superar este desafio. As perdas são referentes aos padrões de comportamento e interação social, confiança compartilhada, pontos importantes na cultura organizacional e podem sofrer se uma boa metodologia e habilidade de liderança não for implementada, por outro lado, empresas que conseguem se utilizar bem deste mecanismo já demonstraram o quanto a tecnologia pode alavancar os seus serviços.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Success People — empresa de desenvolvimento pessoal situada em São Paulo, que atende em todo o território nacional — recebe por ano inúmeros profissionais buscando recolocação no mercado de trabalho. Neiva Gonçalves, Diretora de Carreira da Success, trabalha na área de Recursos Humanos há mais de 20 anos. Ela acredita no trabalho híbrido e vê perspectiva de crescimento, porém, aponta alguns desafios a serem ultrapassados. “Sem dúvida, o futuro está no trabalho híbrido, este processo transformador é sobre como estamos disponíveis a nos adaptar e estamos abertos a novas revoluções, principalmente as que dizem respeito a ferramentas tecnológicas”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de Recolocação no Mercado de Trabalho, acesse: www.successpeople.com.br
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  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
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      <pubDate>Fri, 08 Oct 2021 14:20:00 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Transição de Carreira: Pesquisa demonstra que a pandemia aumentou a intenção de transição de carreira</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-pesquisa-demonstra-que-a-pandemia-aumentou-a-intencao-de-transicao-de-carreira</link>
      <description>Success People e terra.com.br Transição de Carreira: Pesquisa demonstra que a pandemia aumentou a intenção de transição de carreira Uma pesquisa realizada este ano pela Microsoft – Works Trend Index 2021, com 30 mil pessoas ao redor do mundo, mostrou que 40% dos trabalhadores consideram uma transição de carreira ainda este ano. Uma pesquisa realizada...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
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      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
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        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/pesquisa-demonstra-que-a-pandemia-aumentou-a-intencao-de-transicao-de-carreira,ab05041693de0af7b82c8b4d08c1c8afouy21eon.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
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      Transição de Carreira: Pesquisa demonstra que a pandemia aumentou a intenção de transição de carreira
      
    
    
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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    Uma pesquisa realizada este ano pela Microsoft – Works Trend Index 2021, com 30 mil pessoas ao redor do mundo, mostrou que 40% dos trabalhadores consideram uma transição de carreira ainda este ano.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Uma pesquisa realizada este ano pelaMicrosoft – Works Trend Index2021, com 30 mil pessoas ao redor do mundo, mostrou que 40% dos trabalhadores consideram uma transição de carreira ainda este ano. Na América Latina, esse número aumenta para 53% segundo a pesquisa. 
    
  
  
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    Com a pandemia, a ideia de empreender, criar flexibilidade na administração do tempo de trabalho e de convívio com a família tornou-se um objetivo dos profissionais de várias áreas de atuação. O trabalho remoto durante a pandemia do novo coronavírus trouxe indagações e fez com que profissionais pudessem repensar a carreira e projetar novos rumos, entretanto, mudar de trabalho exige planejamento e, neste momento, dentre os diversos obstáculos a serem superados, negociar o salário é o maior questionamento dos profissionais que decidem pela transição de carreira.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/2122909715-5fe66475-238f-4380-afe2-e8867c62ac49-300x200.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva Gonçalves, Diretora de Carreira da Success People — empresa de desenvolvimento pessoal — atua há mais de 20 anos assessorando profissionais e organizações, e, presenciou um aumento exponencial na intenção da transição de carreira durante a pandemia do coronavírus: “Mudar significa lidar com sentimentos como medo, insegurança e angústia, é um processo doloroso e algumas pessoas têm mais dificuldade com transformações do que outras. Embora o cenário pandêmico tenha gerado instabilidade e, consequentemente, a necessidade de se sentir seguro, provocou mudanças enormes no cotidiano das pessoas e permitiu com que outras mudanças também acontecessem. É como se as pessoas aproveitassem o momento para promover as transformações que já eram desejadas como, por exemplo, a tão sonhada transição de carreira, é notório o aumento no desejo em torná-la realidade. Os desafios são inúmeros e, sem dúvida, exigem certa flexibilidade nas novas escolhas, uma das perguntas mais realizadas pelos executivos à nossa equipe de consultores aqui na Success é a questão salarial, como negociar na hora da entrevista”.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para as organizações, ter flexibilidade nas pretensões salariais pode abrir portas ou tornar-se um entrave. Neiva aponta alguns caminhos a serem considerados: “É de extrema importância estar atento aos valores salariais que o mercado pratica, demonstrar na hora da entrevista flexibilidade nesta negociação é fundamental, muitas vezes a empresa acredita que não pode pagar o que o profissional deseja como planejamento de carreira tornando isto um elemento eliminatório na escolha da contratação. A transição de carreira inclui estímulos diferenciados, como nova função, nova metodologia de trabalho, atributos que geram aprendizado e motivação. Não se trata apenas de trocar de organização, mas de experienciar uma nova parceria, neste princípio, não se deve levar só em consideração o quanto ganhava-se antes e qual a projeção do futuro, e, sim, estar atento aos benefícios desta transição. Porém, é importante saber exatamente os limites a serem negociados para que não demonstre desespero e acabe sugerindo insegurança na hora contratação”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 07 Oct 2021 13:35:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Saúde mental no trabalho – Setembro Amarelo: estudos surgem com o objetivo de prevenir o suicídio</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-no-trabalho-setembro-amarelo-estudos-surgem-com-o-objetivo-de-prevenir-o-suicidio</link>
      <description>Success People e terra.com.br Saúde mental no trabalho: Setembro Amarelo: estudos surgem com o objetivo de prevenir o suicídio A UFSM coordena projeto com o objetivo de avaliar o impacto emocional da pandemia, utilizando a neurociência como ferramenta de estudo em pesquisa. Dia 10 de setembro é o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio. Esse...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
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        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/setembro-amarelo-estudos-surgem-com-o-objetivo-de-prevenir-o-suicidio,001a26a5494dc7737aa39d016e93ac2dsog2g2ix.html?utm_source=NEWSSTAND&amp;amp;utm_medium=rss" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
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        &lt;/a&gt;&#xD;
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  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Saúde mental no trabalho:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Setembro Amarelo: estudos surgem com o objetivo de prevenir o suicídio
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    A UFSM coordena projeto com o objetivo de avaliar o impacto emocional da pandemia, utilizando a neurociência como ferramenta de estudo em pesquisa.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Dia 10 de setembro é o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio. Esse mês foi escolhido para somar as ações que já ocorrem em outros lugares do mundo nesta época. A ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), em conjunto com o CFM (Conselho Federal de Medicina), criou a campanha Setembro Amarelo promovida com o objetivo de prevenir o suicídio através de ações e que tem obtido excelentes resultados nos últimos anos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/1005409359-5e8de131-9cf6-44d0-b453-7f0503d06894-300x300.png" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Estudos recentes divulgados pela 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.setembroamarelo.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      ABP
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     mostram que são registrados mais de 13 mil suicídios todos os anos no Brasil e mais de 01 milhão no mundo. Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Para prevenção é preciso estar atento a alguns sinais que as crianças e os adolescentes podem apresentar, como a mudança repentina de comportamento. É comum ocorrer mudança na aparência, na forma de se vestir tendo menos cuidado consigo mesmo. Deixar de participar de atividades e brincadeiras que antes havia interesse também é outro sinal para se atentar. Críticas não são a melhor forma de lidar com o problema. É fundamental estar bem-informado e procurar um profissional habilitado de saúde mental para avaliar a situação e apoiar com o conhecimento específico.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Os dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública demonstraram que o número de suicídios no Brasil, tiveram uma variação de 0,4% em relação a 2019. Em 2020 o número foi de 12.895 casos relação aos 12.745 casos do ano anterior. A OMS (Organização Mundial de Saúde) pediu esforços dos países para diminuir esta taxa até 2030.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      A neurociência e a saúde mental
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O mecanismo de aprendizado da consciência e a forma como o cérebro entente as doenças são alguns temas estudados pela neurociência. A ciência do cérebro está no meio de uma mudança radical de capacidade, semelhante ao sequenciamento do genoma humano na genética ou o desenvolvimento da fissão nuclear na física. O impacto dos transtornos mentais no contexto da pandemia da Covid-19 tem sido questionado por profissionais do mundo todo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) tem realizado inúmeras pesquisas em todo território nacional, envolvendo aspectos deste impacto e utilizando a neurociência em sua metodologia. A UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) no Rio Grande do Sul coordena o projeto: “Monitoramento da evolução da sintomatologia pós-traumática, depressão e ansiedade durante a pandemia de Covid-19 em brasileiros”, que teve início em abril de 2020 com o objetivo de avaliar o impacto emocional da pandemia e utilizando a neurociência como ferramenta no monitoramento, levando em consideração o isolamento social, a solidão, os problemas financeiros e a sobrecarga de trabalho, conjunto de fatores do contexto pandêmico. Estas situações podem levar a consequências graves na vida das pessoas, como o aumento do consumo de substâncias, a violência doméstica e até a ideação suicida. A pesquisa foi feita através de um questionário online e aberto ao público. Cerca de 6100 pessoas participaram como voluntários.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    De acordo com o reitor da UFSM, professor Paulo Afonso Burmann, a pesquisa é ação importante em prol da saúde mental. “Essa parceria vem mostrar para nós, além de um diagnóstico da situação, uma sinalização de possíveis caminhos ou medidas que devemos nós como gestores e gestoras públicas, adotar no sentido de mitigar os efeitos de quaisquer alterações que possam ser apresentadas nesse cenário em relação à saúde mental”, afirmou. O resultado da pesquisa apresentou que quanto menor a idade, maior o número de participantes com sintomas de depressão, ansiedade, estresse e alcoolismo e que estudantes apresentaram mais sintomas de estresse e depressão do que a população em geral.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para a Psicóloga e Diretora de Carreira da Success People — empresa de desenvolvimento pessoal gestão de pessoas que atua em todo o território nacional — A informação é a principal arma na diminuição destes índices: “Uma ideação suicida é ambivalente, a pessoa não quer necessária dar fim à vida, mas sim dar fim a um sofrimento insolúvel. Ela passa a desejar o fim daquele sofrimento insuportável. É por isso que a informação e um profissional adequado podem auxiliar na redução deste sofrimento. Quando nos deparamos com as pesquisas e as notícias nas mídias temos que parar para pensar que estamos falando de vidas. Um país que declara ter 12 mil casos de suicídios precisa de ações concretas urgentemente. A campanha Setembro Amarelo deve servir como o momento para analisar as medidas que foram adotadas de janeiro a dezembro por todas as organizações de saúde ou não, no enfrentamento deste conflito, deve ser utilizado como análise e planejamento de novas ações para os próximos dias. Precisamos agir com mais força no combate desta taxa”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Luciano Mello, presidente da Success comenta como organizações podem promover ações no apoio às organizações de saúde: “Ansiedade, depressão, estresse são palavras muito comuns à vida cotidiana, em 2019 a OMS registrou 18,6 milhões de brasileiros com estes transtornos, trata-se de um problema de todos. Esta conscientização é importante para se entender como não estamos isolados deste problema. Criar uma cultura humanizada na empresa, pode ajudar e muito a diminuição destes índices. Treinar os líderes para observar os sinais, incentivar o trabalho colaborativo, desmitificar o assunto conversando com os colaboradores são ações fortes. Um profissional informado e acolhido pode propagar ações dentro de sua família. Se todas as empresas criarem projetos individuais de apoio aos seus funcionários, daremos um passo enorme no apoio a redução destes números”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de saúde mental no trabalho, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 10 Sep 2021 11:50:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Paternidade e Carreira: Soluções e transformações necessárias no mundo moderno</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/paternidade-e-carreira-solucoes-e-transformacoes-necessarias-no-mundo-moderno</link>
      <description>Success People e terra.com.br Paternidade e Carreira: Soluções e transformações necessárias no mundo moderno Uma pesquisa realizada pela FEA USP (Faculdade de Administração da Universidade de São Paulo) apontou a transformação no papel do pai que deixa de ser apenas o provedor financeiro e se torna uma referência aos filhos. Uma pesquisa americana, realizada pelo...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
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        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/paternidade-e-carreira-solucoes-e-transformacoes-necessarias-no-mundo-moderno,86f910064eac37ebf0ea381d4beb4a7a63aahsuf.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
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        &lt;br/&gt;&#xD;
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      Paternidade e Carreira: Soluções e transformações necessárias no mundo moderno
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Uma pesquisa americana, realizada pelo Boston College Center for Work and Family, nos Estados Unidos, apontou que a paternidade é um ótimo negócio para a carreira. As empresas valorizam profissionais que possuem filhos por perceberem maior dedicação, comprometimento e responsabilidade na atuação.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A ideia do pai que prioriza o trabalho e está ocupado demais para participar da criação dos filhos está cada vez mais ultrapassada. As mudanças dos últimos anos trouxeram conscientização sobre a importância de orientação no desenvolvimento das crianças. Existem diversos projetos governamentais espalhados pelo mundo, voltados a orientar profissionais na criação e interação com as crianças que serão os profissionais do futuro.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Segundo A UNICEF desenvolver a paternidade significa manter uma relação entre pai e filho(a), que vá além do sustento financeiro, participando dos cuidados diários, da educação e do estímulo que promove um vínculo afetivo e emocional com consequências importantes. Uma pesquisa realizada em 2017 na FEA USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) apontou a transformação no papel do pai que deixa de ser apenas o provedor financeiro e se torna uma referência aos filhos. A pesquisa foi feita com base nas respostas de 113 homens, pais e profissionais casados, em sua maioria da cidade de São Paulo, a um questionário online. O público da pesquisa tem uma média de 41 anos, renda familiar mensal aproximada de 15 mil reais, 16 anos de carreira, com 1 a 2 filhos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    De acordo com a pesquisa, é possível fazer um recorte nas mudanças nas relações de gênero que vêm ocorrendo na sociedade. Conforme mais mães adentram o mercado de trabalho, maior é o envolvimento do pai nos cuidados com os filhos. Um dado apontado na pesquisa é que 69,9% dos entrevistados consideram ficar em casa fixamente cuidando dos filhos. O pai não é mais o único provedor e, por isso, passa a desempenhar outros papéis nas relações familiares. A pesquisa também mostrou que profissionais que tiveram filhos afirmam ter uma melhoria na estabilidade emocional e psicológica, aumento de foco, determinação e ganho nas habilidades de se relacionar socialmente, flexibilidade e tolerância em situações de conflito. Outro apontamento importante está na questão salarial, quanto mais alto o cargo ocupado e maior o capital familiar mais satisfeito com a carreira e maior participação do pai na vida dos filhos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Diretora de Carreira da Success People — empresa de desenvolvimento pessoal e gestão de carreira— Neiva Gonçalves, afirma que esta mudança trouxe inúmeros benefícios aos filhos, entre os principais efeitos estão o melhor desempenho escolar das crianças e maior segurança, e autoestima, além do bem-estar psicológico: “O desenvolvimento da criança e do adolescente é afetado por diferentes fatores, como questões orgânica, social e cultural, os quais se manifestam a partir da família, escola e comunidade. Nesse sentido, os pais são uma importante variável de fundamental importância, pois eles são o primeiro contexto socializador da criança e sua principal referência em relação ao mundo”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Os homens estão engatinhando no aprendizado da dupla jornada, mas é evidente a transformação cultural nos mais jovens, que não abrem mão da atuação diária na vida dos filhos. Em uma outra pesquisa realizada pelo instituto Families and Work Institute, de Nova York, 59% dos pais relataram dificuldade em conciliar a vida pessoal com a profissional, contra 45% das mães. No levantamento os entrevistados demonstraram dificuldades para explicar à empresa por que eles levariam o filho doente ao médico, por exemplo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O mercado de trabalho brasileiro ainda opera nessa lógica patriarcal, mas a mudança acontece no dia a dia dos profissionais. É notória a mudança positiva na forma como são vistos por colegas de trabalho após a chegada do primeiro filho, a mudança também aparece em algumas corporações que concedem mais oportunidades aos profissionais que são pais apostando em uma maior dedicação e empenho deles.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Luciano Mello, presidente da Success People comenta que embora a maioria dos homens sinta-se pressionada com a competitividade no mercado e a instabilidade, muitos profissionais estão insatisfeitos com as jornadas longas de trabalho e a difícil gestão do tempo, sentindo falta de obter mais tempo com os filhos: “A tecnologia facilitou demandas e reduziu as burocracias, por outro lado, trouxe uma enorme pressão pelos resultados. O homem moderno está diante de uma aceleração com o compromisso de se atualizar e correr atrás do prejuízo, ou está fadado a perder o emprego. Será mais do que necessário o engajamento na organização de tarefas e na busca pelo equilíbrio ou a corrida desenfreada trará consequências que prejudicam o desenvolvimento pessoal e organizacional. Ajuste de projetos pessoais como a criação dos filhos intervém diretamente no modelo de mundo que estamos criando diante aos profissionais do futuro”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva Gonçalves aponta os benefícios de um pai e profissional multitarefa: “É perceptível em um executivo pai e profissional multitarefa, a capacidade pluridisciplinar. Os homens modernos conseguem participar ativamente da criação dos filhos e aplicarem as novas aptidões à sua vida profissional. Nestes executivos observamos características como maior empatia, sensibilidade às necessidades dos clientes, e criatividade. São maiores as habilidades de trabalho em equipe e de liderança. Ser pai é sem dúvida um salto qualitativo nas competências e se bem gerido um potencial para crescimento pessoal e profissional”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Conheça as soluções de transformação em carreira moderna da Success People: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 18 Aug 2021 10:57:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Recolocação Profissional – Veja como planejar a transição de carreira, desejada por 53% dos brasileiros</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/recolocacao-profissional-veja-como-planejar-a-transicao-de-carreira-desejada-por-53-dos-brasileiros</link>
      <description>Success People e extra,com (grupo Globo.com) Recolocação Profissional – Veja como planejar a transição de carreira, desejada por 53% dos brasileiros Mell trabalhou cinco anos em design, antes de migrar para atuar no mercado financeiro Foto: Arquivo pessoal I Divulgação: Extra.com Muito além da vontade, para mudar de emprego, de função ou de profissão, é...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://extra.globo.com/economia/veja-como-planejar-transicao-de-carreira-desejada-por-53-dos-brasileiros-25079357.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          extra,com (grupo Globo.com)
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Recolocação Profissional – Veja como planejar a transição de carreira, desejada por 53% dos brasileiros
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Muito além da vontade, para mudar de emprego, de função ou de profissão, é preciso planejamento.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    
Confira as 10 dicas da Success.People para uma recolocação profissional assertiva
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Dez dicas para avaliar e planejar a transição
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    1- Antes de buscar um novo emprego, o profissional precisa entender o seu momento atual, seu nível de felicidade e sua projeção em curto, médio e longo prazos a partir da atual posição. Ou seja, verificar se não existem mais realizações motivadoras a serem alcançadas já no emprego atual, ao invés de se projetar a movimentos de ansiedade com riscos desnecessários.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    2- Antes de mudar de segmento: responda cinco perguntas que podem te ajudar a decidir.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    -O que faz você verdadeiramente feliz na vida? Esta movimentação é para isso?
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    – O que você é capaz de fazer que faz você se sentir invencível?
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    – Quais são seus dons? Em que você é extraordinariamente bom?
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    – Pelo que você gostaria de ser lembrado? Que marca você gostaria de ter deixado no mundo?
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    – Com que carreiras você se encontra sonhando às vezes?
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Essas respostas, na maioria das vezes, estão dentro das pessoas. Acessá-las pode ser difícil, mas depois tornam mais leves os desafios no caminho até os objetivos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    3- Avalie a possibilidade de fazer a transição para outro segmento por meio de recrutamento interno da empresa na qual já trabalha. O processo geralmente é mais simples e rápido. E em função da proximidade, é possível avaliar a atuação de colegas na carreira-alvo e realizar sondagens sobre a receptividade para colaboradores que desejam mudar.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    4- Se o profissional entender que o momento é de mudança, ele deve definir objetivos, mapear suas próprias competências e oportunidades de melhoria, construir um plano de ação para o próximo movimento da carreira. Algumas questões podem ser destacadas neste plano: Como o mercado enxergará meu perfil e com que estou competindo? Preciso me preparar mais? Quais as adequações financeiras que preciso realizar para me preparar?
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    5- Avalie criticamente os pré-requisitos mais exigidos pelo mercado para contratação na nova carreira. Cursos? Certificados? Experiência prévia? Analise todas as possíveis lacunas no currículo de forma prévia e a possibilidade de preenchê-las. A qualificação necessária também fornece boas pistas das atividades que preencherão a rotina.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    6- Um segundo ou até um terceiro idioma podem ser diferenciais no currículo. Invista também em aprendizados de tecnologia – atualmente as empresas procuram pessoas que dominem as principais ferramentais digitais.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    7- Converse com profissionais experientes na função desejada e capte suas percepções sobre as características que estes consideram essenciais na atuação profissional, sobre os conhecimentos necessários e perspectivas de crescimento profissional.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    8- Faça trabalhos voluntários. Muitas vezes isso dá acesso a conhecimentos sobre uma determinada área de atuação sobre a qual você tem dúvida. É um excelente caminho para avaliar se é isso que te faz feliz.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    9- Caso a carreira desejada não seja autônoma, recomenda-se somente realizar candidatura em processos seletivos ao ter certeza de que a maior parte dos pré-requisitos foram preenchidos. No caso de falta de algum, vale usar da sinceridade na carta de apresentação para o recrutador, manifestando o interesse na função apesar de não ter o perfil completo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    10- Como diria Mario Sergio Cortella: “a sorte segue a coragem”. Vença o medo de recomeçar e não desanime na primeira tentativa.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Cinco setores aquecidos
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    (E que movimentam mais oportunidades para os profissionais que estão em transição de carreira)
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    1- Comercial – Em alta na pandemia, é uma área que está em crescimento e carece de profissionais assertivos. Muitas empresas estão readequando o seu processo de vendas para modelos digitais ou híbridos e buscam profissionais versáteis. Normalmente, para atuar na área comercial, é preciso ter um perfil de superação de desafios, além de ser otimista, persuasivo, com iniciativa e com bom relacionamento. É importante entender que empresas não querem simplesmente vendedores, mas sim profissionais que entendam a dor do seu potencial cliente e ofereçam soluções adequadas.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    2- Supply Chain – Devido à transformação causada no modelo de vendas presenciais pela pandemia, este setor está se transformando dia após dia. As atividades englobam a gestão da logística, envolvendo cadeia de negócios, sendo integrado com diversas áreas: distribuição, armazenagem, transportes, planejamento de demanda e produção, compras, controle de estoques, importação e exportação, qualidade e customer service. Além de cursos na área, é preciso dominar o Inglês, para as negociações que muitas vezes ocorrem de maneira internacional. Cursos de negociações em comércio internacional também são bem vistos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    3- Operações / Industrial – Um dos setores que em nenhum momento parou, e, em alguns segmentos, como o farmacêutico e de tecnologia, aumentou a produção. A área está em busca constante da otimização e redução de custos. Por isso, as especializações em alta para essa área de atuação são focadas na otimização, gestão e controle de processos industriais.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    4- Tecnologia – Um setor de crescimento e constante inovação. Assim, os especialistas em recrutamento e seleção muitas vezes possuem dificuldade de encontrar profissionais qualificados para o setor e ficam com vagas em aberto. Um dos pontos importantes para ser um bom profissional de tecnologia é investir em cursos, certificações, especializações e no Inglês.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    5- Marketing Digital – É uma área atrativa para as pessoas que são criativas, e que está em alta na pandemia com a necessidade de impactar mais pessoas com conteúdos digitais. Importante ter facilidade para conhecer estratégia de negócios e sempre buscar se reinventar para aumentar o engajamento da marca da empresa com clientes. Como está em alta, muitas instituições estão oferecendo bons cursos na área.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/xmell-dilor-2-jpeg.jpg.pagespeed.ic_.WFNquk44To-300x169.jpg" length="10838" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 13 Aug 2021 10:58:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/recolocacao-profissional-veja-como-planejar-a-transicao-de-carreira-desejada-por-53-dos-brasileiros</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/xmell-dilor-2-jpeg.jpg.pagespeed.ic_.WFNquk44To-300x169.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira – Como estão os processos seletivos em 2021</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-como-estao-os-processos-seletivos-em-2021-2</link>
      <description>Success People e terra.com.br Transição de carreira: Como estão os processos seletivos em 2021 Analisar os pontos fortes e alinhar as expectativas do profissional com a empresa, reconhecendo as principais habilidades e competências é a diferença na hora da recolocação, a chave está em enxergar as necessidades de ambos. Além de novos modelos de negócios,...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/como-estao-os-processos-seletivos-em-2021,2ee76e674d51dd239e042bca42887d10y8kvi1mt.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Transição de carreira: Como estão os processos seletivos em 2021
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    Analisar os pontos fortes e alinhar as expectativas do profissional com a empresa, reconhecendo as principais habilidades e competências é a diferença na hora da recolocação, a chave está em enxergar as necessidades de ambos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Além de novos modelos de negócios, reestruturação organizacional e exigências para os profissionais, a pandemia trouxe mudanças significativas no mercado de trabalho. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o número do desemprego no país voltou a bater recorde. No primeiro trimestre de 2021 foram registrados 14,8 milhões de desempregados, é uma taxa de 14,7%. A pesquisa considera profissionais que procuraram emprego nos últimos meses, já os desalentados (aqueles que desistiram de procurar trabalho) são 6 milhões de pessoas, batendo novo recorde.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/1351342691-31e395f6-4515-4a15-ad17-f8b8a0c1d22b-300x178.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) realizou uma análise com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), na análise, comparativos do primeiro trimestre de 2020 com o primeiro trimestre de 2021, apontaram um aumento na criação de empregos pelas pequenas e médias empresas, que geraram 587 mil novos postos de trabalho em contraponto às grandes empresas, que foram responsáveis pela criação de 190 mil ocupações formais no mesmo período: “Quando comparamos com o 1º trimestre de 2020, os dados do Caged apontam que a evolução dos empregos gerados teve aumento de 400%. São números extremamente representativos da força dos pequenos negócios”, afirma Carlos Melles, presidente do Sebrae.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    De acordo com Neiva Gonçalves, diretora de Carreira da Success People, empresa de gestão de pessoas, entre os setores que apresentaram maior saldo de recolocações no mercado de trabalho de janeiro à junho de 2021 estão:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    1 – Supply Chain – 25%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    2 – Comercial e Vendas – 25%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    3 – Tecnologia – 13%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    4 – Operações – 13%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    5 – Financeiro – 9%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    6 – Engenharia – 5%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    7 – Industrial – 5%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    8 – Jurídica – 5%
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Os dados fazem parte de uma análise realizada periodicamente pela Success People, acompanhando as variáveis do mercado de trabalho. Para Neiva, as oportunidades mostram boas perspectivas em relação à preparação das empresas para a abertura de oportunidades e a implementação de um cenário mais atrativo no próximo semestre: “Muitas empresas tomaram iniciativas para acompanhar as demandas do mercado, algumas já demonstraram a intenção em dar continuidade ao home office, outras pretendem se adaptar e manifestam planejamentos neste sentido. Os executivos também precisam perceber as novidades e se atualizar para não perder as oportunidades que surgem, nosso ponto de partida tem sido se conectar às novidades em tempo real, estamos andando a favor do vento e obtivemos excelentes resultados durante a pandemia”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “Analisar os pontos fortes e alinhar as expectativas do profissional com a empresa, reconhecendo as principais habilidades e competências é a diferença na hora da recolocação, a chave está em enxergar as necessidades de ambos”, comenta Luciano Mello fundador e CEO na Success People: “na área de tecnologia, o executivo Fabrício Brito recentemente conseguiu a almejada recolocação na área de Software como Engenheiro Full Stack Sênior, é muito gratificante acompanhar de perto uma jornada de transformação positiva”, conclui.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para Fabrício a parceria foi fundamental na tomada de decisões: “Muito satisfeito com o projeto realizado junto à Success People, me ajudou a redirecionar diversas decisões e a refletir pontos estratégicos do meu momento profissional. O trabalho em conjunto com a Success People foi um divisor para minha movimentação internacional”, comenta Fabrício Brito.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                     
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 12 Aug 2021 17:25:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/transicao-de-carreira-como-estao-os-processos-seletivos-em-2021-2</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Saúde Mental no Trabalho: Ociosidade Genérica acelerada pela pós-pandemia, impactos no dia a dia do RH e as oportunidade de boas práticas para 2021</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/neurosuccess-e-ociosidade-generica-empresas</link>
      <description>NeuroSuccess e terra.com.br Saúde Mental no Trabalho: Ociosidade Genérica acelerada pela pós-pandemia, impactos no dia a dia do RH e as oportunidade de boas práticas para empresas Um estudo recente realizado pela Harvard descobriu que 78% dos funcionários entrevistados, experimentaram a ociosidade no trabalho. Isso não se refere necessariamente a preguiça ou procrastinação: “Estamos falando...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        NeuroSuccess e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/ociosidade-generica-acelerada-pela-pos-pandemia-impactos-no-dia-a-dia-do-rh-e-as-oportunidade-de-boas-praticas-para-2021,05d488a32b335f92ae7858bda29b0df7cdp6n33u.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Saúde Mental no Trabalho: Ociosidade Genérica acelerada pela pós-pandemia, impactos no dia a dia do RH e as oportunidade de boas práticas para empresas
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Um estudo recente realizado pela Harvard descobriu que 78% dos funcionários entrevistados, experimentaram a ociosidade no trabalho. Isso não se refere necessariamente a preguiça ou procrastinação: “Estamos falando sobre o tempo no trabalho quando os funcionários deveriam estar disponíveis para trabalhar, mas não podem”, disse Andrew Brodsky, coautor do estudo. Ao todo, os pesquisadores estimam que a ociosidade no local de trabalho custa às empresas americanas US$ 100 bilhões por ano.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/ociosidade-generica-neuro-success-300x161.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Qual o tamanho do prejuízo nas empresas brasileiras?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), o setor teve seu menor faturamento desde março de 2020 e a pandemia trouxe a 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      maior detecção de ociosidade no trabalho 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    desde 2003 com números nunca vistos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou este ano números assustadores, mostrando que o esgotamento ou como é conhecido o famoso “burnout” é responsável por atingir 32% dos profissionais com sintomas de estresse no Brasil. E para piorar o Brasil é um dos países com mais ansiosos e depressivos da América Latina, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a ociosidade está relacionada também aos próprios funcionários se cobrarem além do necessário por dois motivos:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    É muito comum a organização não identificar os fatores que determinam a queda de produtividade e essa falta de entendimento gera prejuízo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Uma pesquisa nacional sobre ociosidade genérica, encomendada pela 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Success.People
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    , entrevistou profissionais de Recursos Humanos das principais empresas brasileiras com 2 grandes objetivos:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;u&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Volumetria da ociosidade genérica:
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/u&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A análise conseguiu mensurar os principais elementos que representam uma média de 18% de queda da produtividade nas empresas: Entre os elementos que compõem esse resultado, destacam-se:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Concluindo a análise do estudo, complementa-se que os efeitos da pandemia projetam um novo fator de ociosidade genérica, a chamada 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      resiliência continuada
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    , fator que elevará ainda mais os níveis de desgastes psicológicos e que já causa consequências e resulta na
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
       falência adaptativa
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    . Uma pesquisa publicada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em setembro de 2020, aponta que passamos a ser o 2º país com maior índice de transtornos depressivos e ocupamos a 1ª posição no ranking de transtornos de ansiedade.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “Uma empresa que possui custo mensal de 1 milhão de reais no Brasil com seus funcionários, perde aproximadamente 180 mil reais, ou seja 18%, com o que chamamos de 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Ociosidade Genérica
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    . Anualmente esse prejuízo ultrapassa a marca de 2 Milhões de reais. Um desperdício que poderia facilmente ser revertido, mas torna-se um entrave pela falta de conhecimento específico e de estratégia efetiva na abordagem psicológica”, comenta 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Luciano Mello
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    , CEO da empresa e um dos responsáveis pela encomenda do estudo.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;u&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Oportunidades e boas práticas de RH pós-pandemia
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/u&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;u&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      .
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/u&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Complementando o estudo, o advento pandêmico gera oportunidades de disrupção na forma de comunicação e relacionamento entre as pessoas em ambientes cada vez mais híbridos e digitais, onde a casa é extensão do trabalho. Diante deste cenário desafiador, encontramos grandes oportunidades de evoluir a fluidez das relações humanas com abordagens amigáveis e psíquicas para estimular o viés positivo e neutralizar os efeitos nocivos causados pelo bloqueio das relações sociais e sinestésicas.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “Com métodos efetivos de socialização e comunicação, a área de recursos humanos consegue reduzir em até 35% o impacto já existente e causado pela 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      ociosidade genérica
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    “, explica 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Neiva Gonçalves
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    , especialista em arquitetura humana que traça parte da metodologia implantada na 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Success.People.
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Ao contrário do que algumas empresas pensam, o esgotamento dos funcionários não é um problema exclusivamente pessoal, pois afeta toda a organização e tem impacto direto na rentabilidade corporativa*. O Center for American Progress aponta que as empresas gastam de 16 a 213% do salário de um funcionário para cobrir os custos de encontrar um substituto. O governo dos EUA gasta US$ 125 bilhões a US$ 190 bilhões anualmente para cobrir custos de saúde relacionados a problemas psicológicos e físicos relacionados ao esgotamento. Isso representa até 8% do orçamento nacional para saúde, de acordo com a Harvard, essa mesma universidade também pontua que o estresse relacionado ao trabalho contribui para 120.000 mortes de americanos anualmente. Esses números apenas provam que o esgotamento tem consequências caras.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Isma Brasil (International Stress Management Association), um instituto internacional voltado ao controle do estresse, aponta que cerca de 30% dos profissionais brasileiros sofrem desse distúrbio. No estudo da ISMA o Brasil ficou em segundo lugar com prevalência de estresse no trabalho perdendo apenas para o Japão. Fruto, obviamente de um cenário em que as cobranças, a competitividade gerada pela falta de oportunidades e o estresse atingem picos cada vez mais altos. “Carreiras com treinamentos à base de exigências bem específicas, como enfrentamento do estresse e desprezo pelas emoções, são as mais atingidas”, comenta o Dr. Ricardo Werner Sebastiani, 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;u&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Membro do Comitê Internacional de Neurociência
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;/u&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     e Diretor de pesquisas da 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      NEMETON
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     – Centro de estudos e pesquisas sobre Psicologia e Saúde.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Um número crescente de pesquisas demonstra uma correlação positiva entre a saúde e o bem-estar de um funcionário, a produtividade no trabalho e a redução da perda de dinheiro. Para a Kronos and Future Workplace, o burnout é a maior ameaça à retenção da força de trabalho, conforme relatado por 95% dos líderes de recursos humanos.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “A 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Ociosidade Genérica
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     tem um preço altíssimo na nossa economia, as empresas correm o risco de perder seus melhores talentos devido à falta de estratégia para o enfrentamento destes seis fatores considerados no estudo, reforçando a ocorrência de sobrecarga nos funcionários sem prestar nenhuma atenção a seu bem-estar. Como resultado, os funcionários têm maior probabilidade de não atender às expectativas, ficando exaustos, descomprometidos e causando enormes prejuízos.  O consequente desligamento se traduz em mais perdas significativas de receita para a empresa. Os números que analisamos na 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Success.People 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    foram alarmantes, e nos direcionou para o projeto 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      NEURO SUCCESS
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
     que consiste em apoiar o RH e empresas com o foco principal de criar estratégias psíquicas efetivas e com facilidade de implementação no dia a dia.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “É realmente urgente estancar esta perda, cuidar dos colaboradores e, através deste método, conseguimos fomentar diferenciais nas relações humanas, capazes de transformar o ambiente com práticas das melhores empresas para se trabalhar”, comenta 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Sergio Amad
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    , especialista psicométrico e do método de inteligências múltiplas para a área de RH.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de saúde mental no trabalho, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/ociosidade-generica-neuro-success-300x161.jpg" length="10239" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 04 May 2021 22:42:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/neurosuccess-e-ociosidade-generica-empresas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/ociosidade-generica-neuro-success-300x161.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os impactos da pandemia COVID-19 na cultura das organizações</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/os-impactos-da-pandemia-covid-19-na-cultura-das-organizacoes</link>
      <description>Success People e jornal de Brasília Os impactos do COVID-19 na cultura das organizações A crise causada pelo vírus COVID-19 deixará fortes marcas no Sistema Econômico Financeiro Nacional. Empresas buscam suporte no trabalho de reforço de cultura frente a transformações matéria completa: https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/brasil/os-impactos-do-covid-19-na-cultura-das-organizacoes/successpeople/</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/brasil/os-impactos-do-covid-19-na-cultura-das-organizacoes/amp/" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          jornal de Brasília
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Os impactos do COVID-19 na cultura das organizações
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      matéria completa:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/brasil/os-impactos-do-covid-19-na-cultura-das-organizacoes/amp/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      https://jornaldebrasilia.com.br/noticias/brasil/os-impactos-do-covid-19-na-cultura-das-organizacoes/successpeople/
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/97f66ac0-a13c-4862-adb3-8fb054366f76-300x199.jpg" length="8760" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 04 Apr 2021 23:34:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/os-impactos-da-pandemia-covid-19-na-cultura-das-organizacoes</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/97f66ac0-a13c-4862-adb3-8fb054366f76-300x199.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Atitude no processo de recolocação profissional</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/successpeople-atitude-e-recolocacao-profissional</link>
      <description>Success People e terra.com.br Em tempos de pandemia, o que faz diferença é sua atitude no processo de recolocação profissional “Há vagas no mercado de trabalho durante a crise. E elas estão sendo ocupadas” Entender o processo de recolocação é essencial para efetuar uma transição de carreira assertiva matéria completa: https://www.terra.com.br/noticias/successpeople/atitude-no-processo-de-recolocacao-profissional</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/atitude-no-processo-de-recolocacao-profissional,67dd70512cc2736862c25871c7998f9bpjairas1.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Em tempos de pandemia, o que faz diferença é sua atitude no processo de recolocação profissional
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      matéria completa:
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/atitude-no-processo-de-recolocacao-profissional,67dd70512cc2736862c25871c7998f9bpjairas1.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      https://www.terra.com.br/noticias/successpeople/atitude-no-processo-de-recolocacao-profissional
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/bc13c6e7-3ba6-42c3-973d-a5462e363f7b-1-300x200.jpg" length="15073" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 04 Mar 2021 23:26:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/successpeople-atitude-e-recolocacao-profissional</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/bc13c6e7-3ba6-42c3-973d-a5462e363f7b-1-300x200.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira: ONU lista princípios para redução do impacto da pandemia na carreira de mulheres</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/success-people-onu-lista-impactos-na-carreira</link>
      <description>Success People e terra.com.br Transição de Carreira: ONU lista princípios para redução do impacto da pandemia na carreira de mulheres Milhões de mulheres deixaram a força de trabalho no Brasil desde o início da pandemia. As empresas precisam criar programas destinados a apoiar suas funcionárias e trazê-las de volta ao mercado de trabalho. Um ano após...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/onu-lista-principios-para-reducao-do-impacto-da-pandemia-na-carreira-de-mulheres,91fe854e0b61f2ee25710595b2f183410c49i5xq.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Transição de Carreira: ONU lista princípios para redução do impacto da pandemia na carreira de mulheres
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    Milhões de mulheres deixaram a força de trabalho no Brasil desde o início da pandemia. As empresas precisam criar programas destinados a apoiar suas funcionárias e trazê-las de volta ao mercado de trabalho.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Um ano após o início da pandemia do coronavírus, 8,5 milhões de mulheres deixaram o trabalho no Brasil, os dados são do último levantamento feito pela Pnad (Pesquisa Nacional de Domicílios),  do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho a OIT, sobre o impacto da pandemia de Covid-19 no mundo do trabalho, globalmente cerca de 5% das mulheres contra 3,9 % dos homens  perderam seus empregos, nos EUA, 2,3 milhões de mulheres deixaram o trabalho desde o início da pandemia, na América Latina, 13 milhões de mulheres ficaram sem trabalho devido à pandemia de Covid-19.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/ONU-lista-principios-para-reducao-do-impacto-da-pandemia-na-carreira-de-mulheres-300x199.jpeg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A crise econômica em decorrência de Covid-19 agravou as disparidades de gênero na força de trabalho e gerou um retrocesso de ao menos uma década. Ao contrário de outras recessões modernas, a recessão pandêmica está afetando fortemente setores como hotelaria e varejo, esses setores empregam muitas mulheres, e é um dos causadores do desemprego de mulheres no mundo, outro fator importante é que não se trata apenas de demissões, desde o início da pandemia muitas mulheres deixaram o trabalho devido ao fechamento de escolas e creches, e as necessidades de cuidados com idosos, as implicações são de longo alcance, esse êxodo pode fazer com que o progresso das mulheres no mercado de trabalho retroceda uma geração inteira e resultar em um aumento da disparidade salarial de gênero. “Este é um momento importante para os empregadores descobrirem como podem reagir, as empresas precisam criar programas destinados a apoiar suas funcionárias e trazê-las de volta ao mercado de trabalho”, aponta Neiva Gonçalves Diretora de Carreira da Success People.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Ciente do papel das empresas para o crescimento das economias e para o desenvolvimento humano, a ONU Mulheres e o Pacto Global criaram os Princípios de Empoderamento das Mulheres. Os Princípios são um conjunto de considerações que ajudam a comunidade empresarial a incorporar em seus negócios valores e práticas que visem à equidade de gênero e equiparação salarial.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Estes são os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    “Queremos construir um mundo de trabalho distinto para as mulheres”, relata Phumzile Mlambo-Ngcuka, subsecretária geral das Nações Unidas e diretora executiva da ONU Mulheres, “À medida que crescem, as meninas devem ter a possibilidade de acessar ampla variedade de carreiras e devem ser encorajadas a decidir para além das opções tradicionais que lhes permitam conseguir empregos na indústria, arte, função pública, agricultura moderna e ciência. No mundo, é necessária uma mudança significativa na educação de meninas, se a igualdade de gênero avançasse, poderia ser dado um impulso de 12 bilhões de dólares no PIB mundial de agora até 2025”, complementa.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    De acordo com Flavia de Oliveira, psicóloga especializada em desenvolvimento pessoal e gestão de carreiras na Success People, para alcançar a igualdade no ambiente de trabalho será preciso ampliar as oportunidades: “É necessário ser dada a voz para as próprias mulheres gerarem as soluções que permitam superar as barreiras atuais, é preciso atuar com determinação para eliminar a discriminação que as mulheres se deparam e que convergem para além do tema de disparidade salarial”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para Bárbara Gomes, especializada em Neurociência aplicada no RH, integrante do comitê de inovações da Success People a pandemia trouxe reflexões  no que se refere a força da liderança feminina: “Em um contexto de tanta instabilidade as mulheres demonstraram ser muito mais assertivas e bem-sucedidas do que os homens no enfrentamento da crise de Covid-19, Jacinda Ardern, a Primeira-ministra da Nova Zelândia, país que teve a melhor resposta ao vírus em todo o mundo, com baixíssimo índice de contágio, Angela Merkel, chanceler da Alemanha, sempre muito firme encarou com coragem o problema obtendo excelentes resultados e Luiza Helena Trajano, no Brasil, a dona do Magazine Luiza que conseguiu valorizar a sua marca durante a pandemia criando oportunidades, estão entre as líderes que são exemplos da capacidade feminina, os pontos fortes dessa liderança são a coragem no enfrentamento com rápida reação em momentos difíceis, tomadas de decisões, intuição e afeição pelo próximo”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de Carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/ONU-lista-principios-para-reducao-do-impacto-da-pandemia-na-carreira-de-mulheres-300x199.jpeg" length="13274" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 04 Mar 2021 21:30:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/success-people-onu-lista-impactos-na-carreira</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/ONU-lista-principios-para-reducao-do-impacto-da-pandemia-na-carreira-de-mulheres-300x199.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Transição de Carreira: Como se comportar no Linkedin em sete pontos segundo Headhunters especializados</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/success-people-linkedin-em-sete-passos</link>
      <description>Success People no terra.com.br Transição de Carreira: Como se comportar no Linkedln em sete pontos segundo Headhunters especializados Construir um perfil interessante no Linkedln, obter engajamento e conexões assertivas é extremamente importante para quem deseja alavancar a carreira O Linkedln já se instaurou como uma verdadeira força em nível global. Construir um perfil interessante, obter engajamento...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People no 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/como-se-comportar-no-linkedln-em-sete-pontos-segundo-headhunters-especializados,9649c1134353fc7e8c517e4827db6383xjrl0nub.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Transição de Carreira: Como se comportar no Linkedln em sete pontos segundo Headhunters especializados
      
    
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    Construir um perfil interessante no Linkedln, obter engajamento e conexões assertivas é extremamente importante para quem deseja alavancar a carreira
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O Linkedln já se instaurou como uma verdadeira força em nível global. Construir um perfil interessante, obter engajamento e conexões assertivas é extremamente importante para quem deseja alavancar a carreira. O crescimento da rede é consistente, o número de usuários no país está entre 80 mil a 120 mil novos usuários por semana, são mais de 650 milhões de usuários no mundo e este crescimento não está associado somente ao aumento do desemprego, segundo Ana Moises — Latam Sales Director do Linkedln e presidente do conselho do IAB. 
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      “
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    O crescimento no Brasil se dá pela troca de conhecimento, desenvolvimento de relações profissionais, pelo investimento de conteúdo e melhorias de comunicação dentro da plataforma. Com novas metodologias e ferramentas para os usuários, precisamos estar presentes no Linkedln se quisermos avançar”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/d9eb0112-3e91-46df-9162-36dd5060a2fc-300x125.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Atualmente, um currículo excepcional e uma carta de recomendação sólida não são suficientes para garantir uma entrevista. Em um mundo onde a presença digital é tão importante, potenciais empregadores e recrutadores prestam muita atenção no comportamento online. Qual o segredo para ter um perfil de sucesso? A primeira regra básica sugerida por especialistas é: isto seria dito no local de trabalho? Se a resposta for “não”, então não é aconselhável fazer no Linkedln.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Neiva Gonçalves, Diretora de Carreira da Success People, explica por que a boa etiqueta na rede é tão importante para o seu sucesso e construção de relacionamentos: “No Linkedln estamos em ambiente de trabalho. Praticar a etiqueta empresarial para ter sucesso promove um bom relacionamento não apenas com os funcionários, mas também com clientes e outros parceiros vitais de negócios. Empregar boa etiqueta, no Linkedln ou em qualquer situação, ajuda o profissional a se destacar, aumentar seu sucesso e resultados de negócios. O comportamento profissional e a educação são regras que se aplicam a situações sociais, às relações de trabalho e às redes profissionais”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Success People listou sete pontos para oferecer um perfil diferenciado no Linkedln:
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      1. Autenticidade
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O que está sendo compartilhado diz muito sobre o perfil profissional. O Linkedln funciona como uma ampla entrevista, a primeira impressão sobre o perfil, conexões e interesses. Ser descontraído nesta rede funciona como contar piada em uma entrevista. Tudo na rede está sendo avaliado, desde a foto do profissional até as interações.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      2. Elevador Hitchings
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Aqueles três minutos no elevador que podem mudar a vida profissional, podem ser utilizados no Linkedln. Em uma breve descrição, com poucas palavras, a ideia é contar a história de uma forma breve e interessante que provoque curiosidade. Uma dica é: declarar guerra contra chavões. Os rankings regulares dos “buzzwords” mais usados incluem termos como especializado, liderança, focado, estratégico, experiente, apaixonado, especialista, criativo, inovador e certificado. Apenas usar essas palavras não convencerá as pessoas. É necessário demonstrar isso na maneira como se utiliza a rede.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      3. Destaque de Skills e serviços
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Uma das ferramentas mais rápidas é a lista de habilidades. A lista de Skills ajuda a comprovar a descrição no Título e Resumo, e fornece uma plataforma para que outros o endossem. No entanto, a chave aqui é manter o perfil atualizado buscando sempre o aprimoramento técnico. Serviços é um novo recurso que ajuda consultores, freelancers e aqueles que trabalham para empresas menores a mostrar a gama de serviços que oferecem. Este recurso pode aumentar a visibilidade nos resultados de pesquisa.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      4. Endossar
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Endossar outros membros comprova as habilidades e aumenta a credibilidade. Identificar as conexões que realmente merecem um endosso, muitas vezes é o gatilho para as pessoas retribuírem o favor. Não ter medo de enviar uma mensagem educada pedindo apoio para algumas habilidades que considere relevantes é uma forma de valorizar o processo. Os endossamentos dão às pessoas que analisam o perfil uma sensação rápida e visual do valor profissional do candidato.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      5. Paixão pelo aprendizado e profundidade na experiência de trabalho
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Ao concluir um curso no Linkedln Learning, é importante adicionar um certificado de curso ao perfil. Não existe melhor profissional do que aquele que está atualizado. Além de querer ver os locais onde trabalhou e por quanto tempo, os recrutadores também querem saber quais projetos foram realizados, se houve destaque na atuação profissional, e se o candidato possui algum talento especializado que valha a pena conhecer. Falar sobre um projeto pode ser mais produtivo do que listar todos os trabalhos que já realizou.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      6. Não vale tudo em busca de algoritmos
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Recrutadores não buscam profissionais através de filtros enganosos, hashtags que prometem levar o perfil até headhunters. A rede social produz conteúdos em busca de engajamentos. Comentários como “quero trabalhar nesta empresa” não auxiliarão na conquista da vaga. Manter-se atualizado na área de atuação, fazer comentários específicos sobre o trabalho com conexões pertinentes, aprimorar-se, especializar-se e demonstrar conhecimento fazem a diferença.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      7. Disponibilidade
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Procurar um novo emprego é uma oportunidade de se reinventar ou de melhorar. Estar disponível para todas as oportunidades de emprego não é um bom caminho. Dá a ideia de desespero e de falta de orientação. Como uma empresa pode confiar em alguém que não sabe o que quer?
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O conteúdo da rede precisa ser consumido por usuários diariamente, um perfil de sucesso é aquele que tem conteúdo, claro, real, objetivo e muito profissional: “Sempre que tenho uma reunião com um executivo, a primeira coisa que faço é olhar para o Linkedln”, revela Luciano Mello, fundador e CEO da Success People. “Independentemente de estar procurando um emprego ou não, o Linkedln é um lugar onde as pessoas passeiam para descobrir informações sobre como é o comportamento profissional e se atualizar sobre o mercado de trabalho na sua área de atividade. Se conectar e interagir no seu mercado é a melhor maneira de se destacar com uma postagem significativa que agregue informações a quem busca informação”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de transição de carreira, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/d9eb0112-3e91-46df-9162-36dd5060a2fc-300x125.jpg" length="8448" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 04 Feb 2021 22:21:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/success-people-linkedin-em-sete-passos</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/d9eb0112-3e91-46df-9162-36dd5060a2fc-300x125.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Qual o papel do líder no momento da crise?</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/success-people-qual-o-papel-do-lider-no-momento-da-crise</link>
      <description>Success People e estadao.com.br Qual o papel do líder no momento da crise e pandemia? Um dos principais intelectuais do século XX, o sociólogo polônes Zigmund Bauman escreveu: “Todos estão em uma solidão e em uma multidão ao mesmo tempo. É época de tempo líquido e de certezas voláteis”. Esta reflexão sobre a vida contemporânea,...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="http://patrocinados.estadao.com.br/medialab/releaseonline/releasegeral-releasegeral/geral-qual-o-papel-do-lider-no-momento-da-crise/" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          estadao.com.br
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Qual o papel do líder no momento da crise e pandemia?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
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      matéria completa:
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://patrocinados.estadao.com.br/medialab/releaseonline/releasegeral-releasegeral/geral-qual-o-papel-do-lider-no-momento-da-crise/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      www.estadao.com.br/releaseonline/successpeople/geral-qual-o-papel-do-lider-no-momento-da-crise/
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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      <pubDate>Mon, 04 Jan 2021 22:53:00 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Recolocação Profissional – Os desafios de mercado: O sucesso da transição de carreira em tempos de pandemia</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/o-mercado-nao-para-transicao-de-carreira-e-desafiadora-em-tempos-de-pandemia</link>
      <description>Success People e terra.com.br Recolocação Profissional – Os desafios de mercado: O sucesso da transição de carreira em tempos de pandemia As áreas que tiveram mais profissionais em transição de carreira recolocados durante a pandemia. Transições de carreira sempre são desafiadoras e requerem muita estratégia e empenho, e em época de pandemia global o cenário demanda...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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        Success People e 
        
      
      
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        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/transicao-de-carreira-sempre-e-desafiadora-ainda-mais-em-tempos-de-pandemia,7a75bbb15f0a3b6bfc2824cffd5cf5e02dz6enb9.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br 
        
      
      
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      Recolocação Profissional – Os desafios de mercado: O sucesso da transição de carreira em tempos de pandemia
      
    
    
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      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  
  
    As áreas que tiveram mais profissionais em transição de carreira recolocados durante a pandemia.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Transições de carreira sempre são desafiadoras e requerem muita estratégia e empenho, e em época de pandemia global o cenário demanda ainda mais cuidados para se obter o resultado esperado. Uma pesquisa elaborada pela Success People — empresa de desenvolvimento pessoal e gestão de pessoas situada em São Paulo — demonstra quais as áreas tiveram mais profissionais em transição de carreira recolocados durante a pandemia.
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  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/A-desafiadora-transicao-de-carreira-em-tempos-de-pandemia-300x212.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    À medida que acontece a preparação para saltar de 2020 para 2021, deixando um ano cheio de incertezas, mudanças radicais, algumas vezes indesejadas, demissões ou resiliência excessiva, os questionamentos sobre carreira tomam outro curso. 2020 foi um ano atípico, a pandemia global desempregou milhares de pessoas e muitos profissionais que planejavam transições de carreiras e novos rumos, desistiram ou foram impulsionados à reestruturação forçada.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    De acordo com os indicadores sobre o mercado de trabalho da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências do mercado de trabalho nos próximos meses, com base em entrevistas com consumidores e empresários da indústria e dos serviços e o Indicador Coincidente de Desemprego o (ICD), que mostra a avaliação dos consumidores sobre a situação atual do desemprego, houve queda em novembro apresentando piora na passagem de outubro para novembro. O ICD, que tem escala invertida (quanto maior a pontuação, pior o índice sobre o mercado de trabalho) subiu 3,2 pontos e atingiu 99,6, o maior nível desde maio de 2020. Já o Iaemp demonstrou sua primeira queda após seis altas consecutivas. “O cenário para os próximos meses, com elevada incerteza, principalmente sobre a velocidade da retomada da economia brasileira após o fim dos benefícios do governo, é desafiador e sugere que ainda não é possível vislumbrar uma recuperação robusta no curto e médio prazo”, disse o economista da FGV Rodolpho Tobler”, segundo reportagem da Agência Brasil.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A Success People desenvolveu um relatório de emprego atualizado em janeiro de 2021, relatando que há uma série de comércios e de indústrias que agora estão experimentando um crescimento de empregos após a Covid-19. Embora o período entre agosto de 2019 e agosto de 2020 tenha visto os anúncios de emprego diminuírem na indústria, o mercado de trabalho em todos os estados e territórios na área está agora se recuperando em taxas diferentes, com alguns estados já retornando aos níveis de anúncios de emprego anteriores à Covid-19.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    No relatório da Success a recolocação durante a pandemia nas áreas Comercial e Vendas somaram 20% dos profissionais, seguidas pela área Industrial com 18% e em terceiro lugar a área de Supply Chain, com 15%, na sequência aparecem a área Financeira, com 13% e a área de Tecnologia, com apenas 10%. “A tecnologia sem dúvida é a área que mais cresce e apresenta fortes índices de crescimento exponencial em 2021, os profissionais de tecnologia nunca estiveram tão em alta. Esta é uma área bem estruturada que entende o mercado atual e uma das principais expectativas de surgimento de profissões no futuro”, comenta Neiva Gonçalves, Diretora responsável pela pesquisa na Success People. As outras áreas foram RH, Jurídico, Marketing e Meio Ambiente, que juntas somaram o total de 24%.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para quem está buscando uma transição de carreira este é um momento em que o mercado se abre para novas oportunidades. Para Luciano Mello, CEO da Success People, as turbulências no mercado de trabalho de 2020 continuarão em 2021 e é neste ponto que surgem oportunidades: “As pessoas estão mudando de carreira, algumas por escolha, outras por necessidade, e uma consequência é que as pessoas estão optando por ter maior controle de sua carreira. Embora os tempos de turbulência possam causar preocupações, eles também podem permitir que os profissionais pensem em se preparar para o futuro. O que devemos nos perguntar é: quais são seus valores? Quais impactos você quer causar no mundo? Qual o seu propósito de vida? E o que considerar como estratégia de carreira para 2021?”
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Se 2020 ensinou alguma coisa, é que adaptabilidade e flexibilidade são fundamentais para a existência. Do trabalho remoto à reestruturação organizacional, enquanto algumas pessoas tiveram que mudar completamente de carreira e funções devido à Covid-19, outras tiveram que dinamizar suas funções internamente e prioridades organizacionais mudavam durante a noite, conforme destaca Neiva: “2020 estimulou um rápido aprimoramento de habilidades e aprendizagem em movimento, durante o processo, empresas e profissionais se adaptaram juntos a este novo modus operandi. Aprimorar nossas habilidades virou um conceito. Este novo ano pode nos identificar as lacunas de habilidades que gostaríamos de abordar daqui para a frente. É só ficar conectado”.
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Para conhecer as soluções de recolocação profissional, acesse: www.successpeople.com.br
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 04 Jan 2021 22:31:00 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estimativa apresenta o perfil brasileiro de investidores do mercado de bitcoin</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/success-people-estimativa-perfil-brasileiro-de-investidores-bitcoin</link>
      <description>Success People e estadao.com.br Conheça o perfil brasileiro de investidores do mercado de bitcoin matéria completa: www.estadao.com.br/releaseonline/successpeople/geral-estimativa-perfil-brasileiro-bitcoin/</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
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      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="http://patrocinados.estadao.com.br/medialab/releaseonline/releasegeral-releasegeral/geral-estimativa-apresenta-o-perfil-brasileiro-de-investidores-do-mercado-de-bitcoin/" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          estadao.com.br
        
      
      
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        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
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    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      Conheça o perfil brasileiro de investidores do mercado de bitcoin
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/9c56923e/dms3rep/multi/56a024ba-1eaa-4ee1-a655-a04485d76805-300x191.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      matéria completa:
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://patrocinados.estadao.com.br/medialab/releaseonline/releasegeral-releasegeral/geral-estimativa-apresenta-o-perfil-brasileiro-de-investidores-do-mercado-de-bitcoin/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      www.estadao.com.br/releaseonline/successpeople/geral-estimativa-perfil-brasileiro-bitcoin/
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2020 23:02:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>O Impacto da pandemia na saúde mental: quais os efeitos psicológicos da pandemia?</title>
      <link>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-pandemia-e-o-impacto-na-saude-dos-funcionarios</link>
      <description>Success People e terra.com.br O Impacto da pandemia na saúde mental: quais os efeitos psicológicos da pandemia? Hans Henri P. Kluge, Diretor Regional da OMS para a Europa participou recentemente de uma coletiva de imprensa respondendo perguntas sobre os efeitos psicológicos da pandemia: “O problema que cada um de nós enfrenta é como gerenciar e...</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;em&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      
      
        Success People e 
        
      
      
                        &#xD;
        &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/o-impacto-da-pandemia-na-saude-mental-quais-os-efeitos-psicologicos-da-pandemia,aa103b088ad3d41f6cae6a7fd3710f11m4ny3avg.html" target="_blank"&gt;&#xD;
          
                          
        
        
          terra.com.br
        
      
      
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        &lt;/a&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/em&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      O Impacto da pandemia na saúde mental: quais os efeitos psicológicos da pandemia?
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Sua empresa precisa de ajuda? Conheça o NeuroSuccess
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      matéria completa:
    
  
  
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    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.terra.com.br/noticias/dino/o-impacto-da-pandemia-na-saude-mental-quais-os-efeitos-psicologicos-da-pandemia,aa103b088ad3d41f6cae6a7fd3710f11m4ny3avg.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
                      
    
    
      https://www.terra.com.br/noticias/successpeople/o-impacto-da-pandemia-na-saude-mental-quais-os-efeitos-psicologicos-da-pandemia
    
  
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 04 Jul 2020 23:13:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.successpeople.com.br/saude-mental-pandemia-e-o-impacto-na-saude-dos-funcionarios</guid>
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    </item>
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